Correções publicadas

Última correção registrada em 19 de setembro de 2026

Esta página registra as correções que mudaram um resultado, uma tabela, uma regra ou um fato visível em alguma página do ValorFinal. Cada entrada diz o que o leitor via de errado, o que passou a valer e a fonte oficial consultada. Mudança de visual, de infraestrutura ou de texto sem efeito no número não entra aqui: a lista é de erros corrigidos, não de novidades.

O critério é o da política editorial: reproduzir o erro, corrigir na fonte, publicar a correção e transformar a classe do erro em teste automático para ele não voltar. Encontrou algo que não bate com a fonte oficial? Fale pela página de contato; reporte de erro tem prioridade sobre qualquer outro assunto.

  1. A comparação entre CDB e LCI favorecia a LCI em prazos longos

    O que estava errado
    Três ferramentas respondiam quanto uma LCI precisa pagar para empatar com um CDB usando a regra de bolso do mercado, que multiplica a taxa por 1 menos a alíquota do imposto. Essa conta só está certa quando o prazo é de exatamente doze meses, porque o imposto incide sobre o ganho acumulado e não sobre a taxa. Com o CDI a 13,65% ao ano e um CDB de 110% do CDI, ela dizia que uma LCI de 90,75% do CDI empata; em dois anos o correto é 91,81% e em cinco, 94,61%. O erro chegava a quase quatro pontos percentuais de CDI e caía sempre para o mesmo lado, fazendo o papel isento parecer melhor do que é.
    O que mudou
    As três passaram a igualar o valor líquido no fim do prazo, com o CDI do dia, numa conta única compartilhada. A memória de cálculo mostra também o que a regra de bolso responderia e o tamanho da diferença naquele prazo.

    Página corrigida: /calculadora-cdb-vale-a-penaFonte consultada

  2. A Selic e o CDI do site ficaram uma reunião do Copom atrasados

    O que estava errado
    As páginas de indicador e o hub de investimentos publicavam Selic de 14,00% ao ano e CDI de 13,90% depois de a taxa já ter caído para 13,75% e 13,65%. O número ao vivo estava certo, mas o valor gravado no HTML só era atualizado quando alguém rodava um script à mão, e quem chegava pela busca, ou qualquer assistente de IA que citasse a página sem executar o JavaScript, via a taxa da política monetária anterior.
    O que mudou
    O snapshot do Banco Central passou a ser rebuscado a cada publicação do site, dentro da própria esteira de build, e o gerador passou a recusar qualquer versão mais velha ou mais incompleta que a anterior. O prazo máximo tolerado para esse arquivo caiu de 30 para 10 dias.

    Página corrigida: /selic-hojeFonte consultada

  3. A regra da poupança estava invertida, e o Tesouro Selic prometia resgate sem perda

    O que estava errado
    A página dizia que a poupança fica travada em 70% da Selic mais TR quando a Selic passa de 8,5% ao ano. A Lei 12.703/2012 diz o contrário: acima de 8,5% valem 0,5% ao mês mais a TR, e os 70% valem abaixo do limite. A mesma página afirmava que o Tesouro Selic pode ser resgatado a qualquer momento sem perda de rentabilidade, e descrevia o investimento mínimo a partir de um preço de título de cerca de R$ 15 mil quando o preço já estava em R$ 19.915.
    O que mudou
    A regra da poupança passou a sair de uma fonte única de texto, com um teste que reprova a publicação se a inversão reaparecer em qualquer página. A descrição do resgate passou a dizer que a recompra ocorre a preço de mercado, com menção ao deságio observado em março de 2020. O investimento mínimo passou a ser calculado do preço unitário do snapshot do Tesouro, com a data-base à vista.

    Página corrigida: /calculadora-tesouro-selicFonte consultada

  4. O site ainda dizia que todo dividendo é isento de imposto

    O que estava errado
    A calculadora de dividendos e a de fundos imobiliários anunciavam a isenção sem condição, na descrição, no rótulo de fonte e no texto do resultado. Desde 1º de janeiro de 2026 a isenção do dividendo de ação deixou de ser universal: quando uma mesma empresa paga mais de R$ 50 mil no mês à mesma pessoa física, há retenção de 10% na fonte sobre o total pago, e não sobre o excedente. No caso dos fundos imobiliários, a isenção sempre dependeu de condições que só a FAQ mencionava.
    O que mudou
    A calculadora de dividendos passou a mostrar, quando a renda pretendida passa do limite, quanto seria retido se ela viesse de uma única pagadora, deixando claro que o imposto depende da concentração da carteira. A de fundos imobiliários passou a declarar as três condições da isenção já na primeira explicação e a apresentar os valores como brutos.

    Página corrigida: /calculadora-dividendosFonte consultada

  5. A calculadora cobrava escritura também na compra financiada, que não paga escritura

    O que estava errado
    O cálculo somava escritura pública em qualquer cenário. Na compra financiada pelo Sistema Financeiro da Habitação essa escritura separada não existe: o próprio contrato de financiamento tem força de escritura pública, pelo art. 61, § 5º, da Lei 4.380/1964, e vai direto a registro. Num imóvel de R$ 400 mil com escritura de 1%, eram R$ 4.000 reservados para um ato que não ia acontecer, e o total aparecia como R$ 20.000 quando o correto era R$ 16.000.
    O que mudou
    A calculadora passou a perguntar como a compra será feita. Na financiada, a escritura aparece como dispensada, com o valor da economia ao lado, e a memória de cálculo explica a regra e cita a lei. Quem não informa nada continua vendo o resultado da compra à vista, que era o comportamento anterior, então nenhum link antigo muda de valor sozinho. A escolha também passou a viajar junto quando a pessoa vem da calculadora de custo total da compra, para a escritura não reaparecer ao trocar de tela.

    Página corrigida: /calculadora-itbi-cartorio-imovelFonte consultada

  6. O roteiro mandava reservar dinheiro para uma escritura que o financiamento dispensa

    O que estava errado
    O passo sobre custos de cartório dizia que a compra paga "ITBI, escritura e registro" e que esses custos ficam fora do financiamento. A escritura pública separada, porém, só existe na compra à vista: em financiamento pelo SFH, o próprio contrato tem força de escritura pública pelo art. 61, § 5º, da Lei 4.380/1964. Quem seguia o roteiro reservava alguns milhares de reais para um ato que não ia acontecer, e a calculadora de custo total, já corrigida, dizia o contrário na mesma sessão.
    O que mudou
    O passo, o prazo e a pergunta da FAQ passaram a separar as duas situações e a citar a lei. O roteiro também ganhou um passo para somar tudo que sai do bolso no ato da compra, e a corrente de dados entre as calculadoras da jornada foi estendida: antes ela parava na terceira etapa e quem chegava à comparação de CET ou à conta de custos digitava tudo de novo.

    Página corrigida: /jornada/financiar-imovelFonte consultada

  7. Mês sem índice publicado aparecia como reajuste de 0%

    O que estava errado
    Quando o índice escolhido ainda não tinha dado para a competência pedida, a calculadora assumia zero e mostrava "percentual aplicado: 0,00%", com o aluguel igual ao anterior. São duas afirmações diferentes: "o índice ficou estável" e "o índice ainda não saiu". A primeira é uma informação sobre o mês, a segunda é a ausência dela, e quem consultasse o mês corrente antes da divulgação levava a primeira para a mesa de negociação. O índice negativo também era sempre aplicado, reduzindo o aluguel, quando muitos contratos têm piso e mantêm o valor anterior.
    O que mudou
    Sem dado publicado, a página diz que o índice ainda não saiu e aponta a última competência disponível, em vez de exibir zero. E o tratamento do índice negativo virou uma escolha de quem usa: aplicar a variação, como o índice manda, ou manter o valor anterior, quando o contrato tem piso. Com índice positivo as duas opções dão no mesmo; com índice negativo, o resultado mostra a variação registrada ao lado do que foi efetivamente aplicado.

    Página corrigida: /calculadora-reajuste-aluguelFonte consultada

  8. O valor estimado não dizia de quando era o índice que o sustenta

    O que estava errado
    O destaque anunciava o "valor estimado hoje" sem dizer que o IVG-R, índice do Banco Central que sustenta a conta, sai com meses de atraso. Quem abria a página lia um número apresentado como atual, quando a última competência disponível podia ser de três ou quatro meses antes. A valorização real, descontada a inflação, também só aparecia na tabela de detalhe, enquanto o destaque trazia apenas o número nominal.
    O que mudou
    O resultado passou a mostrar a defasagem junto do valor: qual a última competência publicada e quantos meses ela está atrás do mês corrente. E nominal e real aparecem lado a lado no topo, porque um patrimônio maior em reais pode ser menor em poder de compra, e quem lê só o destaque não tinha como perceber isso.

    Página corrigida: /calculadora-valorizacao-imovelFonte consultada

  9. A simulação começava a usar o FGTS no mês 1 mesmo para quem ainda não pode usar

    O que estava errado
    A calculadora aplicava o saldo do FGTS logo no primeiro mês e repetia de 24 em 24, como se todo mundo já tivesse direito ao uso. Mas o intervalo de 24 meses e a elegibilidade são coisas diferentes: usar o FGTS para amortizar exige 3 anos de trabalho sob o regime do fundo, financiamento dentro do SFH e imóvel residencial na região onde a pessoa mora ou trabalha. Quem ainda não cumpre esses requisitos via uma economia que não vai acontecer no prazo mostrado. O rendimento do fundo também aparecia como 3% ao ano fixos, sem deixar claro que é premissa e não garantia.
    O que mudou
    Entrou o campo de meses até ficar elegível: o primeiro uso passa a esperar esse prazo e os 24 meses contam dali em diante. No cenário padrão da página, esperar 18 meses empurra a quitação de 148 para 154 meses, e o resultado diz em que mês o primeiro uso cai. Entrou também o aporte com dinheiro próprio, que amortiza todo mês porque o intervalo de 24 meses é regra do FGTS e não do bolso de quem paga. E o rendimento do fundo virou campo editável, com o aviso de que além do rendimento básico legal há TR e a distribuição de resultados, que variam por ano.

    Página corrigida: /calculadora-amortizacao-fgtsFonte consultada

  10. A rentabilidade era medida sobre o preço do imóvel, não sobre o dinheiro investido

    O que estava errado
    O retorno saía da divisão do aluguel líquido pelo preço do imóvel. Só que quem compra para alugar gasta também ITBI, escritura, registro e, quase sempre, reforma e mobília, e esse dinheiro está investido do mesmo jeito. Num imóvel de R$ 500 mil com R$ 40 mil desses custos, ignorá-los inflava o retorno em cerca de 8%. Havia ainda dois excessos: a taxa da imobiliária era cobrada sobre o aluguel cheio mesmo quando o imóvel ficava vago, e o imposto incidia sobre o aluguel bruto, embora o art. 14 da Lei 7.739/1989 diga que condomínio, IPTU e despesas de cobrança não integram a base de cálculo quando são ônus do locador.
    O que mudou
    A calculadora passou a mostrar a rentabilidade sobre o capital realmente investido, ao lado da rentabilidade sobre o valor do imóvel, que é como o mercado anuncia. A taxa de administração passou a incidir sobre o aluguel recebido, porque imóvel vago não gera comissão, e o imposto sobre a base legal, que é o aluguel menos condomínio, IPTU e taxa da imobiliária. Entrou também o retorno real, descontada a inflação: no exemplo da própria página, um retorno de 2,72% ao ano vira 1,70% negativo quando a inflação é de 4,5%, o que muda inteiramente a leitura do investimento.

    Página corrigida: /calculadora-rentabilidade-aluguelFonte consultada

  11. O comparador de temporada usava um mês médio, e temporada não tem mês médio

    O que estava errado
    A comparação era de um único mês, repetido doze vezes para chegar ao ano. Em aluguel por temporada isso não descreve nada: um imóvel de praia pode fechar 26 noites em janeiro e 6 em junho. O número de limpezas também era digitado à mão, solto das noites ocupadas, quando ele depende da duração média da estadia. E a taxa de limpeza era sempre tratada como custo do anfitrião, embora na prática ela costume ser cobrada do hóspede à parte, entrando e saindo sem afetar o resultado.
    O que mudou
    Entrou a alta temporada, com diária e ocupação próprias e com o número de meses em que ela vale, e o resultado anual passou a somar os dois regimes em vez de multiplicar um mês por doze. O valor mensal exibido continua sendo o da baixa temporada, que é o cenário conservador. As limpezas passaram a sair das noites divididas pela duração média da estadia, então vinte noites em estadias de quatro custam metade das limpezas de vinte noites em estadias de duas. E quem paga a limpeza virou uma escolha, porque a resposta muda o resultado.

    Página corrigida: /calculadora-airbnb-vs-aluguel

  12. A calculadora cobrava escritura de quem compra financiado, que não paga escritura

    O que estava errado
    O cálculo somava escritura e registro em qualquer compra. Só que quem financia pelo Sistema Financeiro da Habitação não lavra escritura em tabelionato: o art. 61, § 5º, da Lei 4.380/1964 permite que esses contratos sejam celebrados por instrumento particular e atribui a eles o caráter de escritura pública para todos os fins de direito. Na prática, o contrato do banco faz esse papel e só o registro é pago. Num imóvel de R$ 500 mil com escritura de 1,5%, a calculadora inflava o custo da compra financiada em R$ 7.500. Faltava também separar o que sai do bolso na assinatura do que pode ser embutido no financiamento.
    O que mudou
    A calculadora passou a perguntar como a compra será feita. Marcando financiada, a escritura sai da conta e a página explica por quê, citando o artigo; marcando à vista, ela continua sendo cobrada. Se a entrada cobre o imóvel inteiro, não há financiamento e a escritura volta, porque aí não existe contrato de banco. Entrou também a separação entre o custo pago à vista e o embutido no financiamento, com o preço dos juros: R$ 10.000 de custos embutidos num financiamento de 11% ao ano por 30 anos viram R$ 32.880,87 ao longo do crédito.

    Página corrigida: /calculadora-custo-total-compra-imovelFonte consultada

  13. A calculadora mostrava só o limite do banco, que costuma ser maior do que o orçamento aguenta

    O que estava errado
    A resposta saía de uma regra só: a parcela não passar de um percentual da renda bruta. Esse é o número que o banco usa, e ele não considera o que a família realmente gasta por mês. A conta também tinha três omissões que sempre empurravam o resultado para cima. Simulava apenas no sistema Price, embora o crédito imobiliário brasileiro seja majoritariamente SAC, cuja primeira prestação é maior e é a que o banco avalia. Deixava de fora os seguros obrigatórios e a taxa de administração, que saem do mesmo orçamento. E somava a entrada ao valor financiável como se o banco financiasse o imóvel inteiro e como se ITBI e cartório não existissem.
    O que mudou
    A calculadora passou a mostrar dois limites e a usar o menor. O limite de crédito é o do banco; o limite de orçamento é o que sobra depois das despesas da família, que agora podem ser informadas. Numa renda de R$ 8.000, o limite de crédito financia R$ 262.766, mas com R$ 6.200 de despesas mensais o limite de orçamento cai para R$ 197.075, e é esse que vale. Entraram também a escolha entre SAC e Price, que muda a capacidade em cerca de 20%, os seguros e a taxa de administração, a cota máxima de financiamento, os custos de aquisição e a reserva de emergência, que deixou de ser tratada como entrada. Quando a entrada não é suficiente, a página passou a dizer quanto falta juntar em vez de exibir um valor de imóvel que não se sustenta.

    Página corrigida: /calculadora-quanto-consigo-financiar

  14. O comparador mostrava parcela fixa numa linha cuja parcela quadruplica

    O que estava errado
    Para comparar as linhas indexadas por TR, IPCA e poupança, a calculadora juntava a taxa contratada e o indexador numa taxa só e simulava um financiamento comum com ela. O código afirmava que isso equivalia a corrigir o saldo devedor pelo índice, que é o que o contrato faz. Não equivalia. Num financiamento de R$ 300 mil por 30 anos em IPCA mais 4,5%, com IPCA de 4,5% ao ano, a tela mostrava uma parcela fixa de R$ 2.378,50 e um total de R$ 856.259,15. No contrato de verdade a parcela começa em R$ 1.509,54 e termina em R$ 5.633,01, somando R$ 1.127.724,44. São 31,7% a mais no total, e o erro apagava justamente as duas coisas que definem essa linha: a parcela inicial baixa, que é o atrativo, e o crescimento dela, que é o risco.
    O que mudou
    A simulação passou a fazer o que o contrato faz: corrige o saldo devedor pelo índice e aplica a taxa contratada sobre o saldo corrigido. A tabela agora mostra a parcela do primeiro e do último mês, com a indicação de quantas vezes ela cresce, e separa duas colunas de custo. O total nominal é o que sai do bolso, mas está em dinheiro do futuro; o custo em moeda de hoje desconta o mesmo índice e é o número comparável com a linha prefixada. O ranking passou a usar a moeda de hoje, porque ordenar pelo total nominal penalizava a linha indexada por uma inflação que também corrige o salário de quem paga. Entrou também o aviso de que no SAC indexado a parcela pode crescer em termos nominais mesmo com amortização constante, e de que o banco avalia a renda pela parcela do momento, não pela inicial.

    Página corrigida: /calculadora-financiamento-tr-ipca-prefixado

  15. A portabilidade era comparada só pelos juros, sem os seguros que decidem a conta

    O que estava errado
    A calculadora comparava apenas a parte financeira da prestação, com amortização e juros, e ignorava o seguro MIP, o seguro DFI e a taxa de administração. São justamente esses valores que costumam decidir se a troca compensa: o MIP é calculado sobre o saldo devedor e varia com a idade do titular, então quem contratou o financiamento há anos pode receber do banco novo um seguro bem mais caro, que anula a vantagem de meio ponto na taxa. Faltava também o cenário mais comum na prática, o da contraproposta: pedir a portabilidade notifica o banco atual, que quase sempre responde cobrindo a taxa do concorrente, e esse caminho não tem custo de cartório.
    O que mudou
    A comparação passou a ser da prestação completa, somando MIP sobre o saldo devedor, DFI sobre o valor do imóvel e taxa de administração, e a mostrar três caminhos lado a lado sobre a mesma dívida e o mesmo prazo: ficar como está, portar e aceitar a contraproposta do banco atual. Num caso com seguro mais caro no banco novo, portar economiza R$ 30.290,35 enquanto a contraproposta economiza R$ 33.015,95 sem nenhum custo de cartório, e a página passa a apontar a contraproposta como o caminho mais barato. Em outro cenário, com o seguro do banco novo bem pior, a resposta passou a ser que não compensa portar, com a diferença em reais. Quando os campos do novo banco ficam em branco, a conta repete os encargos de hoje, em vez de supor que o novo banco cobra menos.

    Página corrigida: /calculadora-portabilidade-financiamento-imobiliario

  16. O comparador cobrava da caução um rendimento que a lei devolve ao inquilino

    O que estava errado
    O custo da caução em dinheiro era calculado como todo o rendimento que aquele valor teria numa aplicação, partindo da premissa de que a caução não rende para quem aluga. O § 2º do art. 38 da Lei do Inquilinato diz o contrário: a caução em dinheiro é depositada em caderneta de poupança e todas as vantagens dela decorrentes revertem em benefício do locatário no momento do levantamento. Num aluguel de R$ 2.000 com contrato de 30 meses, o comparador cobrava R$ 1.620,21 de custo quando o custo real, contra uma aplicação de 0,8% ao mês, é de R$ 651,81. O erro era de duas vezes e meia, sempre contra a caução, e podia empurrar o leitor para o seguro-fiança, que é a garantia mais cara.
    O que mudou
    A caução passou a render a poupança e voltar ao inquilino com esse rendimento, como manda a lei, e o custo exibido virou apenas a diferença para a aplicação que a pessoa faria. O rendimento da poupança entrou como campo editável, porque a regra dela muda com a Selic. Quando as duas taxas são iguais, a caução aparece com custo zero. Nesse empate, o ranking passou a preferir a opção que não prende dinheiro: entre duas garantias de custo igual, imobilizar três aluguéis é pior do que não imobilizar nada.

    Página corrigida: /calculadora-garantias-aluguelFonte consultada

  17. Duas regras do imposto na venda estavam afirmadas com mais certeza do que a fonte permite

    O que estava errado
    O guia dizia, sem ressalva, que o limite de isenção de R$ 440 mil é olhado por venda e não por proprietário em imóveis possuídos em conjunto. A lei fala em valor de alienação, mas imóvel em conjunto tem regra própria, que muda conforme o caso seja condomínio ou comunhão de bens, e a página tratava situações diferentes como uma só. O guia também negava de forma categórica que a isenção por reinvestimento sirva para quitar financiamento de imóvel já possuído, sem dizer que essa restrição não está no texto do art. 39 da Lei 11.196/2005, e sim na regulamentação da Receita.
    O que mudou
    As duas passagens deixaram de afirmar o que a fonte consultada não sustenta. Em imóvel possuído em conjunto, o texto agora diz que existe regra própria e orienta confirmar o enquadramento antes de contar com a isenção. Na quitação de financiamento anterior, o texto separa o que está na lei do que está em ato infralegal e manda confirmar o caso concreto. A explicação do prazo de 180 dias ganhou o que a lei realmente diz: contagem a partir da primeira operação, tributação proporcional à parcela não aplicada, uso uma vez a cada cinco anos, e juros e multa quando o prazo é perdido.

    Página corrigida: /guia/ir-na-venda-de-imovelFonte consultada

  18. A página do CET citava uma resolução revogada havia mais de cinco anos

    O que estava errado
    O texto apresentava a Resolução CMN 3.517/2007 como a norma que obriga os bancos a informar o Custo Efetivo Total. Essa resolução foi revogada pelo art. 11, inciso I, da Resolução CMN 4.881, de 23 de dezembro de 2020, que está em vigor desde 1º de fevereiro de 2021. A conta apresentada também usava períodos mensais uniformes sem dizer que a norma manda calcular com os dias corridos entre a liberação do crédito e cada pagamento.
    O que mudou
    A citação passou a ser da norma vigente, e a calculadora ganhou o cálculo dela: informando a data de liberação do crédito, o resultado é apurado com o expoente em dias corridos sobre 365, como manda o art. 4º, e a página mostra os dois números lado a lado com a diferença entre eles, em vez de afirmar que a aproximação é pequena. Entrou também o que o art. 5º determina e costuma gerar dúvida: em contrato corrigido por TR ou por índice de preços, o indexador não entra no cálculo do CET e é informado à parte, então um número que embuta projeção de indexador não pode ser chamado de CET.

    Página corrigida: /calculadora-cet-financiamento-imobiliarioFonte consultada

  19. O que a página chamava de patrimônio não era patrimônio

    O que estava errado
    A comparação calculava o patrimônio de quem compra como o valor do imóvel no fim menos tudo que tinha sido desembolsado, e o de quem aluga como a entrada investida menos todos os aluguéis pagos. As duas contas subtraem dinheiro que já saiu de um valor que a pessoa tem, o que não dá patrimônio líquido. No lado da compra isso cobrava a amortização duas vezes, porque cada parcela troca dinheiro por participação no imóvel, participação que já está no valor do imóvel. No lado do aluguel, a conta nunca investia a diferença entre a prestação e o aluguel, que é justamente a vantagem de quem aluga. Num imóvel de R$ 365 mil, a tela mostrava R$ 2.083,47 de um lado e R$ 6.779,46 do outro; em prazos longos os dois números chegavam a ficar negativos.
    O que mudou
    A comparação virou uma simulação mês a mês. Os dois caminhos partem do mesmo dinheiro e recebem o mesmo orçamento mensal, que é o maior desembolso do mês entre eles; quem gasta menos investe a diferença. No fim, o patrimônio de quem compra é o valor do imóvel menos o saldo devedor mais o que estiver investido, e o de quem aluga é a carteira. A amortização deixou de contar como custo, e no lugar dela entram os juros, que são o custo de verdade. Entraram também o tempo de permanência separado do prazo do financiamento, o SAC além do PRICE, reajuste do aluguel, ITBI e cartório, condomínio e IPTU, manutenção, seguros, custo de vender e imposto sobre o rendimento, mais uma tabela ano a ano e o ponto de equilíbrio. Quando a diferença fica abaixo de 1% do patrimônio, a página passou a dizer empate técnico em vez de eleger um vencedor.

    Página corrigida: /calculadora-alugar-ou-comprar

  20. O simulador aprovava imóvel de R$ 1 milhão num programa com teto de R$ 600 mil

    O que estava errado
    O simulador olhava só a renda da família para decidir o enquadramento. Quem informasse renda de R$ 12.500 e um imóvel de R$ 1.000.000 lia na tela que se enquadrava na Faixa 4, o Minha Casa Minha Vida Classe Média, cujo teto de valor de imóvel publicado pelo Ministério das Cidades é de R$ 600 mil. A tabela de faixas do portal nem guardava esse teto. Além disso, o subsídio exibido saía de uma fórmula inventada, que fazia o teto da faixa cair conforme a renda subia, e essa regra não existe em norma nenhuma.
    O que mudou
    Renda e imóvel passaram a ser conferidos separadamente, e junto com eles a cota máxima de financiamento, a parcela dentro do orçamento e a análise do banco. Cada condição aparece com o próprio resultado, e o resumo só diz que está tudo certo quando todas fecham. O teto de imóvel por faixa entrou na tabela: R$ 275 mil nas Faixas 1 e 2, variando com a localidade, R$ 400 mil na Faixa 3 e R$ 600 mil no Classe Média. A cota do Classe Média segue a regra publicada, de 60% para usado no Sul e Sudeste e a cota do Conselho Monetário Nacional nos demais casos. Os juros da Faixa 4 foram corrigidos para 10% ao ano, que é a taxa única informada pelo programa, no lugar do intervalo de 10% a 10,5% que o portal exibia sem fonte. O subsídio deixou de ser estimado: a página mostra o teto publicado, dito como teto, e só usa um valor na conta quando a pessoa informa o que o banco ofereceu.

    Página corrigida: /simulador-minha-casa-minha-vidaFonte consultada

  21. A calculadora do carnê-leão ignorava a redução do imposto que vale desde janeiro de 2026

    O que estava errado
    Quem informava R$ 5.000 de aluguel recebido, sem despesas e sem dependentes, lia na tela um imposto mensal de R$ 466,27. A página explicava que a redução criada pela Lei 15.270/2025 só seria acertada na declaração anual, e por isso não entrava na guia do mês. A leitura estava errada: a lei concede a redução sobre os rendimentos tributáveis sujeitos à incidência mensal, que é exatamente o que o carnê-leão apura, e produz efeitos desde 1º de janeiro de 2026. A calculadora também nunca oferecia o desconto simplificado mensal de R$ 607,20, que a lei garante a quem ele favorece.
    O que mudou
    A apuração passou a ter as três etapas que a legislação separa. As despesas que são ônus do locador, como IPTU, condomínio e taxa da imobiliária, saem do rendimento, porque a lei diz que elas não integram a base de cálculo. Do que sobra, a calculadora abate o que for maior entre as deduções legais e o desconto simplificado de R$ 607,20, e mostra os dois caminhos lado a lado. Sobre o imposto da tabela incide então a redução mensal, que chega a R$ 312,89 para rendimento de até R$ 5.000 e some a partir de R$ 7.350. No mesmo exemplo de R$ 5.000, o imposto do mês deixou de ser R$ 466,27 e passou a ser zero.

    Página corrigida: /calculadora-ir-aluguelFonte consultada

  22. A calculadora só fazia Price, que não é o sistema da maioria dos financiamentos de imóvel

    O que estava errado
    A simulação de amortização calculava sempre pelo sistema Price, de parcela fixa, e avisava numa linha de rodapé que "o contrato real pode usar SAC". Acontece que o SAC, de amortização constante e parcela que cai todo mês, é o sistema da maioria dos financiamentos imobiliários do país. Quem tem SAC via na tela uma parcela e uma economia que não eram as do contrato dele, com um aviso no lugar da conta.
    O que mudou
    O sistema virou uma escolha no começo do formulário, e a conta muda inteira conforme a resposta: no SAC a amortização mensal é a mesma e o que encurta é o prazo; no Price a parcela é que fica fixa. Cada resultado agora mostra os primeiros meses depois da amortização, com parcela, juros, amortização e saldo, para dar para conferir contra o extrato. Entraram também um campo de seguro e taxa mensal, que somam à prestação mas não rendem juros, e o aviso de que contrato indexado por TR, IPCA ou poupança tem o saldo corrigido ao longo do tempo, o que torna o resultado uma aproximação. Amortizar mais do que o saldo devedor passou a dizer quanto sobra, em vez de calcular como se a dívida ficasse negativa.

    Página corrigida: /calculadora-amortizacao-financiamentoFonte consultada

  23. A página da taxa do rotativo era servida sem a taxa

    O que estava errado
    O portal é um site estático: o HTML que sai do servidor é o que o Google e o Bing leem, antes de qualquer JavaScript. Nesse HTML, a página da taxa do rotativo não tinha nenhum número, e a de juros do crédito trazia a frase "Carregando taxas do Banco Central" no lugar da tabela com as sete modalidades. Outras 29 calculadoras mostravam "Carregando taxa oficial do Banco Central" onde deveria estar a sugestão de taxa do dia. O número só aparecia depois que o navegador rodava o JavaScript, o que também deixava quem tem conexão lenta olhando para uma frase de espera.
    O que mudou
    Essas telas passaram a partir do dado que já vem embutido na publicação do site, e a trocar pelo dado ao vivo depois. O HTML agora sai com a taxa, a data e a fonte: a página do rotativo serve 15,02% ao mês e 436,15% ao ano, e a de juros do crédito serve as sete modalidades. A correção é a mesma que as páginas de índice já tinham recebido em agosto e que não havia chegado a estas. Junto disso, o título da página de rendimento deixou de ser "Quanto Rende R$ Hoje?", com o cifrão sem valor sobrando de um texto cortado.

    Página corrigida: /taxa-cartao-rotativo-hojeFonte consultada

  24. O ranking anunciava uma taxa de 0,00% como a menor do mercado

    O que estava errado
    No período de 3 a 7 de agosto de 2026, o ranking de crédito pessoal mostrava uma instituição com 0,00% ao mês em primeiro lugar, sob o título de menor taxa. O número está correto no registro oficial do Banco Central, que inclusive deu a primeira posição a ela. O problema era o rótulo: a estatística é a média das operações que a instituição fechou naquela semana, e uma média zerada não é oferta de empréstimo sem juros. Junto disso, a página publicava 12 instituições de um universo de 79 e não dava caminho para consultar o resto, então quem procurava o próprio banco não encontrava.
    O que mudou
    A lista completa da modalidade passou a ficar na página, com busca por nome, e o destaque de menor taxa deixou de incluir registros com taxa zero. Eles continuam na lista, na posição que o Banco Central deu, marcados como atípicos e com a explicação do que significam. O período de referência agora aparece ao lado da tabela, e não só no topo, e as duas páginas dizem que média observada não é oferta contratável. Cada ranking também passou a apontar para o cálculo de CET, porque taxa de juros não é o custo total de um empréstimo.

    Página corrigida: /ranking-bancos-credito-pessoalFonte consultada

  25. A regra do rotativo era atribuída a 2024, e a simulação mostrava meses que o contrato não permite

    O que estava errado
    A página dizia que o rotativo passou a valer só até o vencimento da fatura seguinte "desde 2024, por regra do Banco Central". Essa regra é de 2017: Resolução CMN 4.549, de 26 de janeiro de 2017, em vigor desde 3 de abril daquele ano. O que entrou em 2024 foi outra coisa, o teto de juros e encargos. Junto com a data errada vinha um cálculo que a própria página desmentia no rodapé: a simulação projetava seis meses de juros compostos do rotativo e chamava a diferença de "economia ao parcelar", quando seis meses seguidos de rotativo não são contrato possível desde 2017.
    O que mudou
    A simulação passou a mostrar a trajetória que a regra permite: um ciclo de rotativo e, depois, o parcelamento obrigatório do saldo com a taxa do parcelado. A comparação útil agora é contra parcelar já nesta fatura, sem deixar entrar no rotativo, e é dessa diferença que sai a economia. O teto de juros e encargos entrou na conta: o total não passa do valor original da dívida, como manda o artigo 28 da Lei 14.690 de 2023. A conta de rotativo contínuo continua na página, num bloco separado e identificado como ilustração do juro composto, que é o que ela é. Cada norma agora aparece com número e data, e a página diz que nenhuma das duas vale para cartão consignado em folha.

    Página corrigida: /taxa-cartao-rotativo-hojeFonte consultada

  26. O simulador oferecia títulos que ele não sabia calcular

    O que estava errado
    O seletor listava os 57 títulos da base do Tesouro e mandava todos pelo mesmo cálculo, o de valor único no vencimento. A primeira opção da lista era um Tesouro Educa+, que não paga valor único: paga uma renda mensal por 60 meses, e a taxa de custódia dele segue outra regra. O mesmo valia para o RendA+ e para os títulos com juros semestrais, que pagam cupom a cada seis meses, tributado na hora. Quem abria a página e clicava em simular recebia um número que o título não entrega.
    O que mudou
    O seletor passou a oferecer apenas Tesouro Selic, Prefixado e IPCA+ sem juros semestrais, que são os que pagam valor único no vencimento e têm o cálculo validado. Os demais aparecem numa lista à parte, com o motivo de cada família estar fora e o link para a página oficial deles. Nenhum título sumiu do site e nenhum endereço mudou: o que mudou foi parar de estimar onde não há modelo.

    Página corrigida: /simulador-tesouro-diretoFonte consultada

  27. O simulador cobrava taxa de custódia que o Tesouro Selic não cobra

    O que estava errado
    Simular R$ 1.000 por um mês em Tesouro Selic descontava R$ 0,17 de taxa de custódia. Não existe essa cobrança: a B3 isenta da custódia o estoque de até R$ 10.000 por CPF aplicado em Tesouro Selic, e acima disso cobra 0,20% ao ano só sobre o excedente. O simulador aplicava a taxa sobre o valor inteiro. O mesmo erro estava no comparador de renda fixa, e a regra certa já existia em outra parte do site, usada pelo simulador do Tesouro Direto: eram três contas diferentes para a mesma taxa.
    O que mudou
    As três telas passaram a usar a mesma conta, que aplica a isenção e acompanha o saldo enquanto ele cresce. Apareceu também um campo opcional para informar quanto a pessoa já tem em Tesouro Selic, porque a isenção é por CPF e sobre o total aplicado, não por aplicação: quem já tem R$ 8 mil no título leva só R$ 2 mil de isenção para a próxima compra. Sem esse campo preenchido, a página diz que está supondo nenhuma posição anterior. Cada resultado agora lista as hipóteses: prazo em dias corridos (que é o que define a faixa do Imposto de Renda), taxas de hoje mantidas por todo o período e o que fica de fora da conta.

    Página corrigida: /quanto-rende-hojeFonte consultada

  28. O rendimento da poupança aparecia como 0,50% ao mês, sem a TR

    O que estava errado
    A página, os widgets e o comparador mostravam 0,50% ao mês como o rendimento da poupança. Esse é só o primeiro pedaço da conta: a remuneração é a parcela básica multiplicada pela TR do período. No mesmo dia, o Banco Central publicava TR de 0,1707% e rendimento da poupança de 0,6716% ao mês. Quem simulava um ano de poupança no portal via cerca de um terço a menos de rendimento do que a poupança realmente paga. O dado correto já estava dentro do próprio arquivo que a página lia, num campo que ninguém usava.
    O que mudou
    O rendimento passou a ser a parcela básica composta com a TR, que é como o Banco Central publica: multiplicando, não somando. A página de poupança abre as duas parcelas e o total, diz de qual data de aniversário aquele número fala e avisa que projeção para meses futuros repete a TR de hoje, que muda todo dia. Quando a TR não é obtida, o número aparece marcado como incompleto em vez de ser publicado como se fosse o total. A mesma correção vale para o comparador de renda fixa, o simulador de rendimento, os cartões do hub e os widgets distribuídos.

    Página corrigida: /poupanca-hojeFonte consultada

  29. O mês inicial não entrava na correção, e a página dizia seguir o Banco Central

    O que estava errado
    A calculadora afirmava usar a mesma convenção da Calculadora do Cidadão do Banco Central, mas começava a contar no mês seguinte ao informado. Quem corrigia um valor de janeiro a dezembro de 2020 pelo IPCA recebia 4,30% em vez dos 4,517340% que o Banco Central devolve para o mesmo pedido, porque o índice de janeiro ficava de fora. Pedir a correção de um mês só, como "agosto de 2026 para agosto de 2026", era recusado com a mensagem de que o mês final precisava ser posterior ao inicial. A mesma conta e o mesmo texto estavam na calculadora de inflação.
    O que mudou
    O índice do mês inicial passou a entrar na conta, como faz o Banco Central, e um mês sozinho virou um período válido. A conferência foi feita na própria ferramenta do Banco Central em sete períodos, entre eles janeiro de 2020 sozinho (0,21%), o ano de 2020 fechado (4,517340%) e um trecho com deflação (junho a agosto de 2026). Cada resultado agora mostra a memória mês a mês, com a variação, o fator e o valor de cada competência, para conferir linha por linha. No IGP-M pode restar diferença de até um centésimo de ponto percentual em relação ao Banco Central, porque ele usa o número-índice da FGV e o portal usa a variação mensal publicada, arredondada a duas casas.

    Página corrigida: /calculadora-correcao-monetariaFonte consultada

  30. A base de IPCA, INPC e IGP-M estava parada em maio com aviso de agosto

    O que estava errado
    O aviso da calculadora dizia que a série oficial estava atualizada em 22 de agosto de 2026, e os campos de mês só aceitavam até maio de 2026. As duas informações eram verdadeiras e enganosas juntas: 22 de agosto era a data em que o dado foi baixado, não o último mês disponível. O Banco Central já publicava até agosto nos três índices, então três meses de inflação faltavam a quem corrigia um valor recente.
    O que mudou
    A página passou a dizer as duas datas separadas, "com dados até Agosto/2026 (coleta em 15/09/2026)", e os campos de mês vão até a última competência que existe de verdade. A atualização da base deixou de depender de alguém rodar um script: ela roda a cada publicação do site. O mesmo aviso corrigido aparece na calculadora de inflação e na de reajuste de aluguel, que leem a mesma série.

    Página corrigida: /calculadora-correcao-monetariaFonte consultada

  31. A calculadora usava o mesmo número para o direito e para as parcelas

    O que estava errado
    O formulário perguntava quantos meses a pessoa trabalhou nos últimos 36 e usava esse número tanto para dizer se ela tem direito quanto para contar as parcelas. São duas perguntas com janelas de tempo diferentes: os 36 meses decidem o número de parcelas, e o direito depende de ter recebido salário em 12 dos últimos 18 meses na primeira solicitação, 9 dos últimos 12 na segunda e em cada um dos 6 meses anteriores da terceira em diante. Duas pessoas com o mesmo total nos 36 meses e históricos recentes diferentes recebiam a mesma resposta, e uma delas não teria direito.
    O que mudou
    A habilitação ganhou entrada própria, com a janela certa de cada solicitação escrita ao lado, e a página explica que os 36 meses servem para contar parcelas, não para conceder o direito. Quando a pessoa não informa os meses da janela de habilitação, o resultado diz que avaliou o valor e não o direito, em vez de anunciar elegibilidade que não apurou.

    Página corrigida: /calculadora-seguro-desempregoFonte consultada

  32. Faltava o limite que segura o auxílio pela média dos 12 últimos salários

    O que estava errado
    A calculadora aplicava só os 91% do salário de benefício, com piso e teto, e ignorava o artigo 29, parágrafo 10, da Lei 8.213/1991, que impede o auxílio de passar da média aritmética simples dos doze últimos salários de contribuição. São duas contas diferentes: o salário de benefício olha toda a vida contributiva desde julho de 1994, e esse limite olha só a janela recente. Quem ganhou bem no passado e pouco nos últimos meses via na tela um valor maior do que o INSS paga.
    O que mudou
    A calculadora passou a pedir a média dos doze últimos salários de contribuição, separada da média que forma o salário de benefício, e aplica o limite quando ele alcança o valor. Quando essa média não é informada, a página diz que esse limite não foi avaliado, em vez de calcular como se ele não existisse. A carência também deixou de aparecer como reprovada quando o número de contribuições simplesmente não foi informado.

    Página corrigida: /calculadora-auxilio-doencaFonte consultada

  33. A conta da tela não fechava por um centavo, e o INSS do mínimo saía um centavo a menos

    O que estava errado
    Com salário de R$ 10.000,00 a página mostrava INSS de R$ 988,09, IRRF de R$ 1.569,54 e líquido de R$ 7.442,36, mas subtrair os dois descontos exibidos dá R$ 7.442,37. Quem conferia a conta no papel achava um centavo de diferença. A causa era o motor devolver números com fração de centavo e cada superfície arredondar só na hora de imprimir. O mesmo defeito fazia o INSS de quem ganha o salário mínimo aparecer como R$ 121,57, quando 7,5% de R$ 1.621,00 arredondado ao centavo é R$ 121,58.
    O que mudou
    O cálculo passou a trabalhar em reais e centavos, como a folha de pagamento: cada faixa do INSS é arredondada ao centavo, o total é a soma das linhas que aparecem na memória de cálculo, a base do imposto de renda parte da contribuição efetivamente retida e o líquido é a subtração exata dos dois descontos publicados. Não existe ajuste de centavo em lugar nenhum. Os valores mudaram no máximo dois centavos nas calculadoras que dependem desse motor, entre elas rescisão, férias, décimo terceiro e conferidor de holerite.

    Página corrigida: /calculadora-salario-liquido-cltFonte consultada

  34. Os cartões e resumos ainda prometiam abono a quem ganha dois mínimos

    O que estava errado
    O corpo da calculadora e do guia já traziam o limite de renda correto do calendário de 2026, que é R$ 2.766,00 de remuneração média no ano-base 2024. O resumo que aparece no cartão do hub, na busca e na descrição do guia continuava dizendo "até 2 salários mínimos", que hoje daria R$ 3.242,00. Quem lia o resumo e não abria a página saía achando que tinha direito. Junto com isso, dois textos diziam que o abono do ano-base é pago no ano seguinte, quando a defasagem é de dois anos.
    O que mudou
    Os resumos passaram a citar o limite real, interpolado da mesma tabela que a calculadora usa, e a defasagem foi corrigida: o calendário de 2026 paga o ano-base 2024, porque a lei fala em segundo exercício anterior ao do pagamento. Um guard novo reprova a volta das duas afirmações em qualquer superfície, e poupa o texto que está explicando por que elas estão erradas.

    Página corrigida: /calculadora-abono-salarial-pis-pasepFonte consultada

  35. Um campo marcado como opcional impedia o cálculo

    O que estava errado
    Na calculadora de PLR, o campo "PLR já recebida neste ano" é opcional, mas deixá-lo em branco travava o cálculo com erro de valor inválido. Quem digitasse zero conseguia calcular. A causa estava no formulário, que convertia o campo vazio em um número inválido em vez de tratá-lo como não informado, e o mesmo defeito existia em outros 48 campos opcionais do portal, de calculadoras de trabalhista a energia e imóveis.
    O que mudou
    Vazio e zero passaram a descrever o mesmo cenário em todos os campos numéricos opcionais do portal. Texto que não é número continua sendo recusado com mensagem de erro, porque isso é engano de digitação e não ausência de resposta.

    Página corrigida: /calculadora-plr

  36. O desconto do vale-transporte saía sobre a remuneração cheia

    O que estava errado
    A lei manda calcular os 6% sobre o salário básico, excluídos quaisquer adicionais ou vantagens. O formulário pedia o salário bruto e a explicação repetia isso, então quem informava a remuneração com horas extras, adicional noturno ou insalubridade via um desconto maior do que o permitido. Com contrato de R$ 3.000,00, remuneração de R$ 4.000,00 e transporte de R$ 300,00, a tela mostrava R$ 240,00 de desconto quando o correto é R$ 180,00. A página citava o Decreto 95.247/1987, revogado desde 2021.
    O que mudou
    O campo passou a se chamar salário básico, com a explicação do que entra e do que fica de fora, e do caso de quem ganha só por comissão, tarefa ou gorjeta, cuja base é o montante recebido no período. As citações do decreto revogado foram trocadas pelo Decreto 10.854/2021, arts. 114 e 117, que é a norma em vigor.

    Página corrigida: /calculadora-vale-transporteFonte consultada

  37. O simulador cobrava 20 anos de contribuição de quem precisa de 15

    O que estava errado
    A EC 103/2019 separa dois públicos. Quem já contribuía em 13/11/2019 se aposenta por idade pelo artigo 18, que pede 65 anos do homem e 62 da mulher com 15 anos de contribuição para os dois. Quem entrou no sistema depois tem a regra permanente do artigo 19, que exige 20 anos de contribuição do homem. O simulador só conhecia o artigo 19 e aplicava os 20 anos a todo mundo: um homem de 65 anos com 15 de contribuição desde antes da reforma lia que faltavam cinco anos, quando ele já cumpria os requisitos da transição.
    O que mudou
    O simulador passou a perguntar se a pessoa já contribuía em 13/11/2019 e avalia a transição por idade do artigo 18, com a progressão de seis meses por ano na idade da mulher entre 2020 e 2023. Quem já era filiado vê as cinco transições; quem entrou depois vê apenas o artigo 19; quem não informa vê os dois conjuntos, com um aviso de que a resposta depende dessa data. O resultado continua sendo de elegibilidade, e não uma concessão do INSS.

    Página corrigida: /calculadora-aposentadoria-inssFonte consultada

  38. O adicional noturno ignorava a hora reduzida e saía 14% menor

    O que estava errado
    Para o trabalhador urbano, cada hora entre 22h e 5h vale 52 minutos e 30 segundos, e não 60 (art. 73, § 1º, da CLT). Quem trabalha 8 horas de relógio nesse intervalo tem, para efeito de pagamento, 9,14 horas noturnas. A calculadora usava as horas de relógio direto, sem essa conversão, e o resultado saía cerca de 14,3% abaixo do devido. A limitação estava declarada no texto, mas quem usa uma calculadora usa o número, não a nota de rodapé.
    O que mudou
    A calculadora passou a fazer a conversão. O campo agora pede as horas de RELÓGIO e uma opção visível, marcada por padrão, aplica a hora reduzida do trabalhador urbano. O resultado mostra as duas quantidades lado a lado, para que a conta possa ser conferida. Quem trabalha no campo desmarca a opção: o rural não tem hora noturna reduzida (Lei 5.889/1973), embora o percentual do adicional seja maior. No exemplo de 40 horas noturnas com hora de R$ 10,00, o adicional passou de R$ 80,00 para R$ 91,43.

    Página corrigida: /calculadora-adicional-noturnoFonte consultada

  39. A atualização de débitos descrevia dois períodos, e são três

    O que estava errado
    A página resumia a regra assim: antes do ajuizamento corrige pelo IPCA mais juros, e a partir do ajuizamento aplica a Selic. E citava a Lei 14.905/2024 como se ela confirmasse esse desenho. A lei fez o contrário. Desde 30 de agosto de 2024 a correção é pelo IPCA e os juros passaram a ser a Selic MENOS o IPCA, na nova redação do art. 406 do Código Civil, o que dá um resultado diferente de aplicar a Selic cheia.
    O que mudou
    A página passou a mostrar os três períodos separados: IPCA-E mais juros na fase pré-judicial, Selic isolada na fase judicial até 29 de agosto de 2024 e o critério da Lei 14.905/2024 de 30 de agosto em diante. O texto também avisa que um processo antigo atravessa mais de um critério, com um trecho sob cada regra. Junto, a página passou a dizer com clareza o que a ferramenta faz: ela aplica os percentuais que você informa, não busca índice, não conhece as datas do processo e não separa períodos. Isso estava escrito só numa pergunta no fim da página e agora aparece em destaque.

    Página corrigida: /calculadora-atualizacao-debitos-trabalhistasFonte consultada

  40. A multa do FGTS pedia o saldo do aplicativo, que é base errada

    O que estava errado
    O campo da calculadora pedia o "saldo do FGTS na conta vinculada" e a dica mandava consultar o valor exato no aplicativo da Caixa. Só que o aplicativo mostra o saldo disponível para saque, e quem aderiu ao saque-aniversário ou usou o FGTS na compra do imóvel vê ali um número bem menor do que a base da multa. Seguindo a instrução, essas pessoas calculavam a multa a menos, sem perceber, e poderiam aceitar um acerto abaixo do devido.
    O que mudou
    O campo passou a se chamar depósitos do FGTS neste contrato e a explicar a diferença: a base é o montante de todos os depósitos feitos durante o contrato, corrigidos e com juros (art. 18, § 1º, da Lei 8.036/1990), e saques anteriores não reduzem essa base. Quem já sacou precisa somar o que sacou neste contrato ao saldo do aplicativo. A mesma correção foi aplicada na calculadora de rescisão e nos textos das duas páginas.

    Página corrigida: /calculadora-multa-40-fgtsFonte consultada

  41. A súmula citada nas férias tratava de outro assunto

    O que estava errado
    Seis páginas e documentos do portal apontavam a Súmula 498 do Superior Tribunal de Justiça como fundamento de o terço constitucional entrar na base do INSS das férias. O enunciado dessa súmula é outro: ela diz que não incide imposto de renda sobre indenização por danos morais. Não tem relação com férias. A conta estava certa; errada estava a fonte apresentada para ela.
    O que mudou
    A base legal citada passou a ser o art. 28 da Lei 8.212/1991, e o texto explica o caminho, que é pela negação: o parágrafo 9º, alínea d, exclui do salário de contribuição apenas as férias INDENIZADAS e o adicional delas, de modo que as férias gozadas e o terço entram. A guia ganhou também a distinção entre duas coisas que costumam ser embaralhadas: o Tema 985 do Supremo, que confirmou a natureza remuneratória do terço, trata da contribuição PATRONAL, e não do desconto que aparece no recibo do trabalhador.

    Página corrigida: /calculadora-ferias-cltFonte consultada

  42. A carência de 10 contribuições do salário-maternidade não existe mais

    O que estava errado
    Três páginas do portal diziam que a contribuinte individual, a facultativa e a MEI precisavam de 10 contribuições para receber o salário-maternidade. Uma delas chegava a abrir uma seção chamada "a carência que quase todo texto publica errado", e era ela própria a desatualizada. O efeito é o pior possível num texto sobre benefício: gente com direito deixando de pedir por achar que não alcança o requisito.
    O que mudou
    As páginas passaram a dizer que não há carência em categoria nenhuma. O dispositivo que exigia as 10 contribuições foi declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal nas ADIs 2.110 e 2.111, com decisão publicada em 5 de abril de 2024, e o INSS regulamentou a isenção na Instrução Normativa PRES/INSS nº 188, de 8 de julho de 2025. O texto também passou a separar duas coisas que costumam ser confundidas: a carência acabou, mas a qualidade de segurada continua sendo exigida, e é ela que decide o caso de quem parou de contribuir. Na mesma revisão, a base de cálculo da contribuinte individual deixou de ser descrita como "média dos 12 últimos salários": a lei manda dividir a soma por 12 mesmo quando houve menos contribuições, o que dá um valor menor.

    Página corrigida: /calculadora-salario-maternidadeFonte consultada

  43. Três erros no abono salarial: limite de renda, centavos e calendário

    O que estava errado
    O limite de renda para ter direito ao abono era calculado como dois salários mínimos do ano do pagamento, o que dava R$ 3.242,00. Quem ganhou uma média de R$ 3.000 no ano-base lia na página que tinha direito, e não tem. O valor do abono era arredondado ao centavo, e seis meses de trabalho apareciam como R$ 810,50. E três páginas diziam que o calendário do PASEP seguia o final do número de inscrição, o que faria um servidor procurar o dinheiro na data errada.
    O que mudou
    O limite passou a ser R$ 2.766,00, que é o valor publicado pelo Ministério do Trabalho e Emprego para o ano-base 2024. Ele não se calcula a partir do salário mínimo de hoje: a Resolução CODEFAT nº 1.032/2025 ancora o limite em dois mínimos de 2023 e o corrige pelo INPC. O valor do abono passou a ser arredondado para o real inteiro seguinte, como manda o art. 9º, § 4º, da Lei 7.998/1990, e seis meses agora mostram R$ 811,00. O calendário virou um só, pelo mês de nascimento, para PIS e PASEP; a página do calendário passou a trazer as datas reais de 2026 em vez de uma ordem aproximada. Resta uma divergência que a página agora declara em vez de esconder: o quadro do MTE traz R$ 675,00 para cinco meses, enquanto a conta da lei dá R$ 676,00.

    Página corrigida: /calculadora-abono-salarial-pis-pasepFonte consultada

  44. A tabela da PLR era a anterior a maio de 2025

    O que estava errado
    A participação nos lucros tem tabela própria de imposto de renda, anual e separada do salário. A calculadora e a guia usavam a tabela que isentava até R$ 7.640,80, substituída em maio de 2025. Como essa tabela tinha ficado parada por mais de dez anos, o reajuste passou despercebido. O imposto saía a maior: uma PLR de R$ 9.000 aparecia com R$ 101,94 de imposto e uma de R$ 12.000 com R$ 482,77.
    O que mudou
    A tabela passou a ser a vigente: isenção até R$ 8.214,40 e parcelas a deduzir de R$ 616,08, R$ 1.360,25, R$ 2.347,78 e R$ 3.166,80. Os mesmos exemplos agora mostram R$ 58,92 e R$ 439,75. A conferência foi feita em duas fontes oficiais, a Receita Federal e o quadro de tabelas da Câmara dos Deputados, e a página passou a registrar desde quando a tabela vale.

    Página corrigida: /calculadora-plrFonte consultada

  45. A base do imposto de renda escolhia a opção pior para o trabalhador

    O que estava errado
    Para montar a base do imposto de renda, a folha pode usar as deduções legais (o INSS do mês mais R$ 189,59 por dependente) ou o desconto simplificado de R$ 607,20, sempre a que pagar menos imposto. A calculadora comparava o simplificado apenas com a dedução por dependente e esquecia o INSS na conta. Quem não tinha dependente caía sempre no simplificado, mesmo quando o INSS sozinho já era maior, e o resultado saía com imposto a mais. Num salário de R$ 10.000 sem dependentes, a página mostrava R$ 1.674,29 de imposto e um líquido de R$ 7.337,62.
    O que mudou
    A calculadora passou a somar o INSS às deduções legais antes de comparar com o desconto simplificado, que é o que a lei manda. O mesmo salário de R$ 10.000 sem dependentes agora mostra R$ 1.569,55 de imposto e líquido de R$ 7.442,36, R$ 104,74 a mais por mês. A memória de cálculo na tela e no PDF também foi refeita: ela somava o INSS e o desconto simplificado, que são caminhos alternativos e nunca se somam. O ajuste alcança as páginas que usam o mesmo motor, entre elas o comparador CLT contra PJ e o estudo da mordida do salário, cujo número de 2026 para cinco salários mínimos passou de 25,8% para 24,7%.

    Página corrigida: /calculadora-salario-liquido-cltFonte consultada

  46. Determinante zero não significa linhas proporcionais

    O que estava errado
    O passo a passo da calculadora de matrizes resumia a leitura do determinante assim: determinante zero significa linhas proporcionais. Isso vale numa matriz 2 por 2 e deixa de valer a partir da 3 por 3, que é justamente onde a questão costuma cair. Na matriz de linhas (1, 0, 1), (0, 1, 1) e (1, 1, 2), a terceira linha é a soma das duas primeiras, o determinante dá zero e nenhum par de linhas é proporcional. Quem estudou pela frase ia para a prova procurando um par proporcional que não existe.
    O que mudou
    A frase passou a dizer o que o determinante zero de fato indica: as linhas são linearmente dependentes, ou seja, uma delas é combinação das outras, e essa combinação pode envolver as três de uma vez. A página e a guia de matrizes agora trazem o contraexemplo, e a guia explica que o atalho vale numa direção só: linhas proporcionais garantem determinante zero, mas determinante zero não garante linhas proporcionais. A consequência prática continua a mesma em qualquer tamanho: a matriz não tem inversa e o sistema não tem solução única.

    Página corrigida: /matematica/matrizes

  47. Os três determinantes zerados não garantem infinitas soluções

    O que estava errado
    A guia de sistemas lineares e a calculadora apresentavam uma regra sem a condição: se D, Dx e Dy dão zero, o sistema tem infinitas soluções. Existe um caso em que os três dão zero e o sistema não tem solução nenhuma. Em 0x mais 0y igual a 1 junto com 0x mais 0y igual a 2, os três determinantes zeram e nenhum par de valores resolve, porque nenhum número faz 0 valer 1.
    O que mudou
    As duas páginas passaram a apresentar esse caso e a dizer qual é o critério que não falha. Uma equação com os dois coeficientes nulos não descreve reta, e por isso a leitura geométrica que sustenta a regra perde o apoio. O critério seguro é o escalonamento: se sobrar uma linha 0 igual a 0, o sistema tem infinitas soluções; se sobrar 0 igual a um número diferente de zero, não tem solução. A calculadora do portal sempre classificou por escalonamento, então o resultado exibido nunca esteve errado; o texto ao lado dele é que estava.

    Página corrigida: /guia/sistemas-de-equacoes-lineares

  48. Cinco fórmulas da lista de progressões apareciam quebradas na tela

    O que estava errado
    Nas questões de progressões, a fórmula da soma aparecia como um texto sem sentido, em vermelho, no lugar da fração. Em vez da soma da PA escrita corretamente, o aluno lia algo como S com um pedaço solto da palavra fração e a multiplicação escrita por extenso no meio da conta. Quem usa leitor de tela recebia o mesmo texto embaralhado. Cinco das nove questões da lista estavam assim.
    O que mudou
    As fórmulas voltaram a ser exibidas em notação matemática. A causa era técnica e silenciosa, sem nenhum aviso de erro, e o portal passou a ter uma conferência automática que renderiza cada fórmula do acervo e reprova a publicação se alguma delas quebrar.

    Página corrigida: /matematica/exercicios/progressoes

  49. A definição de seno trocava uma palavra e virava outra coisa

    O que estava errado
    O verbete de seno definia a razão entre o cateto oposto ao ângulo e a hipotenusa, mas o texto publicado trazia é no lugar de e: a razão entre o cateto oposto a ele é a hipotenusa. Com a troca, a frase deixa de descrever uma divisão e passa a afirmar que o cateto é a hipotenusa, que é falso.
    O que mudou
    A definição voltou a dizer razão entre o cateto oposto e a hipotenusa. Na mesma revisão, outras noventa e quatro frases do dicionário e dos resumos tiveram o mesmo acento corrigido, e a definição de potência deixou de dizer multiplicar o número por ele mesmo N vezes, que conta errado: 2 ao cubo tem três fatores e duas multiplicações.

    Página corrigida: /matematica/dicionario/seno

  50. A explicação falava de descontos sucessivos num exercício de aumento e desconto

    O que estava errado
    A questão pede o efeito de um aumento de 20 por cento seguido de um desconto de 20 por cento, e a conclusão encerrava dizendo que desconto sobre desconto não volta ao mesmo valor. Não há desconto sobre desconto no enunciado, e o que o exercício prova é outra coisa.
    O que mudou
    A conclusão passou a descrever o que o exercício demonstra: um aumento e um desconto do mesmo percentual não se cancelam, porque o desconto incide sobre um valor já aumentado. O resultado, uma redução de 4 por cento, sempre esteve correto e não mudou.

    Página corrigida: /matematica/exercicios/porcentagem

  51. A página anunciava o mapa completo do portal sem listar o portal inteiro

    O que estava errado
    A página de tópicos se apresentava como o mapa completo do portal, e listava apenas os tópicos, cada um com o guia e a calculadora. Ficavam de fora 29 calculadoras de rota própria, 10 tabelas, 25 listas de exercícios, 13 simulados e 107 verbetes do dicionário. Na página de calculadoras havia uma contradição dentro da mesma tela: a descrição dizia todas as calculadoras de matemática e o corpo dizia as 29, num acervo de 71.
    O que mudou
    As duas páginas passaram a dizer o que de fato reúnem, com os números calculados a partir do acervo em vez de escritos à mão, e a apontar onde está o restante. A página de tópicos ganhou uma seção com os assuntos que têm ferramenta própria e outra com o resto do portal de Matemática.

    Página corrigida: /matematica/topicos

  52. Duas questões tinham dois gabaritos certos e só um declarado

    O que estava errado
    Na lista de frações, a questão 3 pedia o resultado de 2/3 vezes 3/5 e oferecia tanto 2/5 quanto 6/15 entre as alternativas. As duas são o mesmo número: 6/15 é a fração antes de simplificar. Só 2/5 estava no gabarito, então quem multiplicava certo e marcava a forma não simplificada era corrigido como errado. Na lista de Pitágoras, a questão 6 pedia a altura de um triângulo equilátero de lado 4 e oferecia 2 raiz de 3 e raiz de 12, que também são o mesmo número, com só o primeiro no gabarito.
    O que mudou
    Os distratores repetidos foram trocados por erros plausíveis e diferentes: em frações, 6/15 deu lugar a 3/5; em Pitágoras, raiz de 12 deu lugar a 2 raiz de 2. Junto com esses dois, outras quinze questões do acervo foram corrigidas pelo mesmo motivo, entre listas e simulados: potência e raiz oferecia 6 raiz de 2 e 3 raiz de 8 (o mesmo número) como duas opções, e razão aceitava 12/18 sem simplificar num enunciado que não pedia forma irredutível. Um teste automático passou a conferir, a cada publicação, o valor de cada alternativa das 384 questões do acervo, e reprova qualquer questão em que duas opções valham a mesma coisa.

    Página corrigida: /matematica/exercicios/fracoes

  53. A página dizia que era preciso saber estatística antes de estudar Bhaskara

    O que estava errado
    Cada página de tópico anunciava um pré-requisito e um próximo passo tirados da posição do assunto numa trilha de estudo, e não de uma relação real entre os conteúdos. Como a trilha de revisão do ENEM lista média e estatística antes da equação do segundo grau e juros logo depois, a página da equação do segundo grau dizia que antes era preciso estudar estatística e que a continuação natural era juros. Nenhuma das duas coisas é verdade. Pelo mesmo motivo, a página do teorema de Pitágoras anunciava função do primeiro grau como preparação.
    O que mudou
    As relações passaram a ser declaradas assunto por assunto, e separadas em três: o que é preciso saber antes, a continuação natural do próprio assunto e onde aquele conteúdo é usado. A equação do segundo grau agora pede equação do primeiro grau e potência e raiz, continua na função do segundo grau e tem o problema diamante como aplicação; Pitágoras pede potência e raiz mais área e perímetro, e continua na trigonometria. A trilha continua respondendo pela ordem dentro dela, que é outra pergunta.

    Página corrigida: /matematica/exercicios/equacao-segundo-grau

  54. O plano de aula afirmava que comparar frações exige denominador comum

    O que estava errado
    O plano mandava o professor formalizar no caderno que comparar frações exige o mesmo denominador. Isso é um dos métodos, não uma condição: dá para comparar pela multiplicação cruzada, pelo valor decimal, pela reta numérica e, quando o numerador é igual, só olhando qual denominador é menor. O plano também mandava resolver em conjunto os três primeiros exercícios da lista na etapa de adição e subtração, e o terceiro exercício é de multiplicação.
    O que mudou
    A etapa de comparação passou a apresentar três caminhos e a dizer, com todas as letras, que o denominador comum é um método e não uma exigência. A etapa de adição e subtração passou a indicar as duas primeiras questões da lista, que são as dessas operações, e a dizer que a terceira já é de multiplicação. Os objetivos e o critério de avaliação foram alinhados ao que a aula de fato ensina.

    Página corrigida: /matematica/plano-de-aula/fracoes

  55. Sistema linear com coeficientes muito grandes ou muito pequenos era classificado errado

    O que estava errado
    A calculadora decidia se o determinante era zero comparando-o com um limite fixo, o mesmo para qualquer sistema. Com coeficientes da ordem de centésimos de milésimo, um sistema de solução única caía abaixo desse limite e era anunciado como tendo infinitas soluções. Com coeficientes na casa das centenas de milhar, um sistema indeterminado passava do limite por causa do arredondamento e a página publicava um par de valores para x e para y que não satisfaz nem a primeira equação.
    O que mudou
    O limite passou a ser proporcional à ordem de grandeza dos próprios coeficientes, que é o que responde se o determinante é zero de verdade ou é resíduo de arredondamento. Os casos escolares continuam com o mesmo resultado. Na conferência exibida ao final, o sinal de multiplicação deixou de ser a letra x, que se confundia com a incógnita do sistema.

    Página corrigida: /calculadora-sistemas-lineares

  56. A calculadora apagava o sinal de menos e a vírgula decimal sem avisar

    O que estava errado
    Os números digitados eram separados por qualquer caractere que não fosse dígito. Quem pedia o MDC de -4 e 6 recebia o de 4 e 6, porque o sinal de menos virava separador e sumia. Quem digitava 12,5, a forma como se escreve decimal no Brasil, recebia o cálculo de 12, 5 e 18 em vez de um aviso. O zero era descartado em silêncio. Nada disso aparecia na tela: o resultado saía como se a entrada tivesse sido outra.
    O que mudou
    Valor que não é inteiro positivo passou a ser recusado com uma mensagem que diz qual valor foi recusado e por quê, já que MMC e MDC só existem para inteiros positivos. Os separadores aceitos são vírgula, ponto e vírgula, espaço e a palavra e, e a vírgula entre dígitos continua sendo decimal. Além disso, um MMC grande demais para ser representado com exatidão passou a ser recusado, em vez de exibir um número de 36 dígitos que não é o valor certo.

    Página corrigida: /calculadora-mmc-mdc

  57. Com valor de referência zero, a página mostrava uma divisão por zero como conta válida

    O que estava errado
    Na operação que descobre quanto um valor representa de outro, informar zero como valor de referência devolvia 0,00%, e a memória de cálculo imprimia a conta na forma (1200 dividido por 0) vezes 100 igual a 0,00%. Não existe porcentagem de uma base igual a zero, e o resultado exibido não vinha de conta nenhuma.
    O que mudou
    A entrada passou a ser recusada, com a explicação de que não existe porcentagem de zero. As demais operações não mudaram.

    Página corrigida: /calculadora-porcentagem

  58. O passo a passo mostrava uma linha só, e repetia o resultado como se fosse uma etapa

    O que estava errado
    Para 1/2 mais 1/3 a calculadora mostrava, sob o título Passo a passo, a linha 1/2 + 1/3 = 5/6 = 5/6, com o resultado repetido. Além de não ensinar nada, o caminho exibido não era o caminho ensinado: a conta era feita multiplicando os denominadores, enquanto a explicação da própria página ensina a igualar pelo mínimo múltiplo comum. Resultados inteiros apareciam como 2/1 e o zero aparecia como 0/1.
    O que mudou
    O passo a passo passou a mostrar o MMC dos denominadores, as frações equivalentes, a operação nos numeradores, a simplificação com o divisor usado, o valor decimal com aviso quando é dízima e o número misto quando existe. A divisão explica a inversão da segunda fração. O PDF recebe exatamente os mesmos passos. Resultado inteiro é escrito como inteiro, e o zero como zero.

    Página corrigida: /calculadora-fracoes

  59. IMC: peso 72,2 kg com 1,70 m era classificado como sobrepeso, e é peso normal

    O que estava errado
    Com 72,2 kg e 1,70 m de altura, a calculadora respondia 25,0 e sobrepeso. A conta correta dá 24,9827, que está na faixa de peso normal da Organização Mundial da Saúde, porque essa faixa vai até MENOS de 25. O erro era de ordem: o número era arredondado para uma casa decimal antes de ser classificado, e 24,9827 arredondado vira 25,0, que já é a faixa seguinte. Qualquer peso e altura que caíssem entre 24,95 e 25,00 recebiam a classificação errada, e o mesmo acontecia nas bordas de 18,5, 30, 35 e 40. A tabela de faixas exibida na página dizia 18,5 a 24,9, o que faz um IMC de 24,95 parecer não ter faixa nenhuma.
    O que mudou
    A classificação passou a sair sempre do valor sem arredondamento. Quem se ajusta agora é o número mostrado: quando arredondar para uma casa decimal jogaria o valor para outra faixa, a página mostra duas casas. É por isso que 72,2 kg com 1,70 m aparece como 24,98 e peso normal, com uma frase explicando por que apareceram duas casas. A tabela passou a escrever os limites como a OMS os define, de 18,5 a menos de 25, e a memória de cálculo mostra o valor cheio (24,9827). A mesma correção valeu para o PDF, para o texto de compartilhamento e para o widget que outros sites embutem, porque os quatro usam a mesma função.

    Página corrigida: /calculadora-imcFonte consultada

  60. Cintura-quadril: 0,8951 era arredondado para 0,90 e entrava no corte de risco da OMS

    O que estava errado
    A relação era arredondada para duas casas antes de ser classificada. Um homem com 89,51 cm de cintura e 100 cm de quadril tem relação de 0,8951, abaixo do corte de risco da OMS, que é 0,90. A página arredondava para 0,90 e o colocava no grupo de risco. O mesmo acontecia com mulheres na borda de 0,85. A página também apresentava a janela intermediária como se fosse uma faixa da OMS, e a OMS define apenas o corte.
    O que mudou
    A faixa passou a ser decidida sobre o valor sem arredondamento, e o número exibido ganha uma terceira casa quando isso é necessário para não contradizer a faixa. A janela intermediária agora é identificada como convenção de leitura do ValorFinal. A página passou a mostrar também a circunferência da cintura sozinha, com os cortes de 94 e 102 cm para homens e 80 e 88 cm para mulheres, porque o próprio relatório da OMS de 2008 conclui que a cintura isolada prevê risco tão bem quanto a relação e é mais simples de medir. Foi acrescentado onde medir: o ponto médio entre a última costela e o topo do osso do quadril, no fim de uma expiração normal, e não na altura do umbigo, como a página dizia antes.

    Página corrigida: /calculadora-relacao-cintura-quadrilFonte consultada

  61. Sono: a tabela por idade não era a do CDC, e sugeria 6 horas de sono para criança de 5 anos

    O que estava errado
    A calculadora anunciava as recomendações do CDC, mas juntava duas linhas da tabela numa só: dizia 18 a 64 anos, 7 a 9 horas, quando o CDC publica 18 a 60 anos, 7 horas ou mais, sem teto, e 61 a 64 anos, 7 a 9 horas. O teto de 9 horas para adultos de até 60 anos não existe na fonte. Além disso, as sugestões de horário por ciclos de 90 minutos ofereciam 6, 7,5 e 9 horas para qualquer idade: uma criança de 5 anos, cuja recomendação na mesma página é de 10 a 13 horas, recebia a sugestão de dormir 6 horas.
    O que mudou
    As faixas passaram a ser exatamente as publicadas pelo CDC, incluindo a linha de 61 a 64 anos, que não existia. Para a faixa de 18 a 60 anos a página escreve 7 horas ou mais, e diz que as 9 horas usadas para desenhar a janela de horários são um limite de desenho, não da recomendação. As sugestões por ciclo só aparecem quando cabem na faixa da própria idade. Quando o horário de deitar cai no dia anterior, a página escreve isso em vez de mostrar só o relógio. O texto passou a tratar o ciclo de 90 minutos como referência aproximada, porque a duração real varia de 70 a 120 minutos entre pessoas e ao longo da noite.

    Página corrigida: /calculadora-sonoFonte consultada

  62. Água: o acréscimo da amamentação era 0,7 litro, e a conta da fonte dá 1,1

    O que estava errado
    A calculadora somava 0,7 litro por dia para quem está amamentando. Esse número não correspondia a nenhuma conta da fonte citada: pela ingestão adequada das National Academies, a diferença entre a de mulher que amamenta (3,8 litros de água total) e a de mulher adulta (2,7 litros) é de 1,1 litro. A página também não distinguia água total de líquidos bebidos, e essas duas coisas são diferentes: cerca de 20% da água do dia vem dos alimentos. Por fim, a faixa de 30 a 35 ml por quilo de peso era apresentada como referência, sem dizer que é regra prática de uso clínico e não recomendação de nenhum órgão.
    O que mudou
    O acréscimo da amamentação passou a ser 1,1 litro, derivado da própria fonte, e o da gestação continua 0,3 litro pela mesma conta. A página passou a mostrar, lado a lado, a água total e a parte dela que vem de bebidas, para ninguém tentar beber em copos a referência de água total. A regra de mililitros por quilo ficou identificada como regra prática sem documento de órgão que a estabeleça. E quem marca ter condição de saúde que restringe líquidos recebe um aviso antes do número, porque nesses casos o volume é prescrito pelo médico.

    Página corrigida: /calculadora-agua-diariaFonte consultada

  63. Calorias: a meta era cortada em 1.200 kcal sem avisar, e prometia quilos por semana

    O que estava errado
    Quando a meta de perda ficava abaixo de 1.200 kcal por dia, a calculadora substituía o resultado por 1.200 sem dizer nada. Uma mulher de 60 anos, 45 kg e 1,50 m, sedentária, recebia 1.200 como se fosse a conta, quando a conta dava menos. O número de 1.200 kcal circula como se fosse limite de segurança de qualquer pessoa e não tem fonte que o sustente assim. A descrição do objetivo também prometia perder cerca de 0,5 kg por semana com déficit de 500 kcal, o que trata como certa uma aproximação que não se sustenta: o gasto do corpo cai junto com o peso.
    O que mudou
    O corte silencioso foi removido: a meta mostrada é a conta. No lugar dele, a página avisa quando a meta cai abaixo da própria taxa metabólica basal estimada da pessoa, mostrando o valor dessa taxa, porque esse é um limiar derivado do próprio cálculo e não um número universal. As descrições de objetivo deixaram de citar quilos por semana e passaram a se apresentar como simulação. A página também passou a dizer que a escala de fatores de atividade de 1,2 a 1,9 é convenção de uso e não foi publicada pelos autores da equação, e que a referência internacional de mesmo peso trabalha com valores de 1,40 a 2,40.

    Página corrigida: /calculadora-calorias-diariasFonte consultada

  64. Gestação: 42 semanas completas era descrito como parto a termo, e é pós-termo

    O que estava errado
    As duas calculadoras de gestação tratavam qualquer coisa entre 37 e 42 semanas como a termo. A obstetrícia deixou de usar esse rótulo único em 2013: existem termo precoce, de 37 0/7 a 38 6/7 semanas; termo completo, de 39 0/7 a 40 6/7; termo tardio, de 41 0/7 a 41 6/7; e pós-termo, a partir de 42 0/7. A distinção foi criada porque os desfechos do recém-nascido variam dentro do que antes se chamava só de a termo. A janela mostrada na calculadora de data provável do parto também estava errada: era a data mais ou menos 13 dias, simétrica, quando o período de termo vai de 21 dias antes da data a 13 dias depois.
    O que mudou
    As duas páginas passaram a mostrar a designação correta do momento da gestação, junto da idade em notação obstétrica. A calculadora de data provável do parto ganhou a linha do tempo das quatro designações, com a data em que a gestação entra em cada uma e a marca de onde a pessoa está hoje. A janela de termo passou a ser a de verdade, de 37 0/7 a 41 6/7 semanas. Em nenhum caso isso é conduta: quem data a gestação e decide o acompanhamento é a equipe de pré-natal.

    Página corrigida: /calculadora-data-provavel-partoFonte consultada

  65. Frequência cardíaca: a calculadora aceitava repouso maior que a máxima e dava alvo sem sentido

    O que estava errado
    Quando a frequência de repouso informada era maior que a frequência máxima estimada pela idade, a calculadora não recusava: ela fazia a conta com reserva negativa e devolvia alvos de treino abaixo do próprio repouso da pessoa. Uma pessoa de 100 anos com repouso de 150 bpm recebia esses números. A página também não dizia sobre o que a porcentagem estava sendo calculada: os 50% a 85% da American Heart Association são da frequência máxima, mas quando havia frequência de repouso a conta passava a ser sobre a reserva, o que dá números mais altos, sem que isso aparecesse em lugar nenhum. E não havia aviso sobre betabloqueadores, que a própria American Heart Association destaca.
    O que mudou
    A calculadora passou a recusar frequência de repouso maior ou igual à máxima estimada, explicando o motivo. Cada número agora diz se a porcentagem é da frequência máxima ou da reserva. Entrou um aviso em destaque sobre betabloqueadores e outros remédios para pressão, que reduzem a máxima e o alvo, e sobre arritmia, marca-passo e doença cardíaca. A página passou a oferecer também a fórmula de Tanaka ao lado da clássica, e a mostrar a incerteza da estimativa, que é de cerca de 11 batimentos entre pessoas da mesma idade.

    Página corrigida: /calculadora-frequencia-cardiaca-alvoFonte consultada

  66. Saúde: as páginas citavam a home das instituições como se fosse a fonte da afirmação

    O que estava errado
    As calculadoras de saúde anunciavam no texto metodologias da Organização Mundial da Saúde, do CDC, da American Academy of Sleep Medicine, do ACOG, das National Academies e da American Heart Association, e o bloco de fontes entregava o endereço inicial dessas instituições. A calculadora de sono, por exemplo, citava o site da OMS, que não publica tabela de horas de sono por idade. Endereço inicial de instituição não comprova afirmação nenhuma. Além disso, as páginas não deixavam claro que nenhum profissional de saúde havia revisado o conteúdo.
    O que mudou
    Cada calculadora ganhou o bloco Método e fontes, com o documento específico de onde cada número saiu, o link direto, a data em que o link foi conferido, o que exatamente foi extraído dele, a quem aquela referência se aplica e a limitação que a própria fonte declara. Onde não existe fonte de órgão, como nos mililitros de água por quilo de peso e nas faixas de percentual de gordura, a página diz que a faixa é uma convenção de leitura do ValorFinal. A revisão clínica passou a ser declarada como pendente, com o motivo escrito: o portal não tem médico, nutricionista nem enfermeiro no time e não atribui revisão a quem não revisou.

    Página corrigida: /saudeFonte consultada

  67. Gerador de senha: vinte letras iguais eram anunciadas como senha muito forte

    O que estava errado
    Na aba de análise, a senha aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa recebia a classificação muito forte e 94,01 bits de entropia. A conta usada era o comprimento multiplicado pelo logaritmo do número de caracteres diferentes possíveis, que descreve o sorteio de uma senha aleatória e não serve para senha escolhida por gente: ela não enxerga repetição, sequência, caminho de teclado nem palavra de dicionário. Pelo mesmo motivo, senha123, qwertyuiop, Gabriel1990 e P@ssw0rd também apareciam com nota alta. A descrição da página prometia mostrar quanto tempo levaria para quebrar a senha, e esse número não existia em lugar nenhum da tela. A frase-senha era sorteada de uma lista de 78 palavras, o que dá 6,29 bits por palavra, e o padrão de quatro palavras entregava 25 bits.
    O que mudou
    A avaliação passou a procurar padrão: repetição, sequência crescente e decrescente, caminho de teclado, palavra comum do português, nome e sobrenome brasileiros, mês, data e as trocas de letra por símbolo (o arroba no lugar do a, o zero no lugar do o). Ela monta a divisão mais barata da senha, que é a que um ataque usaria, e cobra por ela. A senha de vinte letras iguais passou de 94,01 para 9,02 bits e agora é classificada como muito fraca. A conta antiga continua na tela ao lado, identificada como a conta ingênua, para mostrar a diferença. O tempo de quebra passou a existir, em quatro cenários, cada um com a hipótese escrita: tentativa no site com bloqueio de tentativas, tentativa no site sem bloqueio, vazamento com bcrypt e vazamento com hash rápido. A lista da frase-senha passou a ter 2.048 palavras do português, o que dá exatamente 11 bits por palavra, e o padrão subiu para seis palavras, ou 66 bits. Quando o método não consegue avaliar bem, por exemplo numa frase em outro idioma ou num nome próprio raro, a página avisa em vez de chamar a senha de segura.

    Página corrigida: /calculadora-senha-forteFonte consultada

  68. Formatador de JSON: número grande saía diferente de como entrou, e chave repetida sumia

    O que estava errado
    Ao formatar ou minificar, o identificador 9007199254740993 era devolvido como 9007199254740992, tanto na versão formatada quanto na minificada. A causa é o tipo numérico do JavaScript, que só representa inteiro exato até 9.007.199.254.740.991, e a ferramenta convertia todo número para esse tipo antes de escrever de volta. Pelo mesmo caminho, quando a mesma chave aparecia duas vezes dentro de um objeto, a primeira era descartada sem nenhum aviso.
    O que mudou
    A leitura passou a ser feita por um analisador próprio, escrito para seguir a gramática da RFC 8259, que guarda o número como ele foi escrito, letra por letra, e mantém a ordem das chaves, inclusive quando a mesma chave aparece duas vezes. Formatar e minificar agora mexem apenas no espaço em branco. Quando o documento tem um número que não sobreviveria a essa conversão, a página avisa, porque o problema continua existindo em qualquer outra ferramenta que use o caminho antigo. Resolver chave repetida e ordenar as chaves viraram opções explícitas, com o resultado dizendo quando foram usadas.

    Página corrigida: /calculadora-jsonFonte consultada

  69. Minificador de JavaScript: a saída mudava o que o código fazia

    O que estava errado
    A minificação de JavaScript juntava todas as linhas com um espaço. Isso apaga a inserção automática de ponto e vírgula, que é uma regra da própria linguagem. Uma função escrita com return numa linha e o valor na linha seguinte devolve indefinido; depois de minificada, ela passava a devolver o valor. Ou seja, a ferramenta alterava o comportamento do programa. Pelo mesmo caminho, uma barra dupla dentro de um texto era tratada como comentário, e a barra de divisão era confundida com o início de uma expressão regular.
    O que mudou
    O código passou a ser lido em tokens, o que resolve o texto, o comentário, o template e a expressão regular. Duas linhas só são juntadas quando dá para provar que juntar não muda o programa: depois de return, throw, break, continue e yield, e antes dos operadores de incremento e decremento, a quebra de linha é mantida. O resultado informa quantas quebras foram preservadas por esse motivo. A ferramenta também passou a declarar o que garante em cada linguagem, antes de rodar, e o que ela não faz: ela não renomeia variável nem remove código morto.

    Página corrigida: /calculadora-formatador-codigoFonte consultada

  70. Conversor de dados: CPF e código com zero na frente perdiam o zero

    O que estava errado
    A conversão transformava em número tudo o que parecesse número. O CPF 00845678909 virava 845678909, o código 007 virava 7 e um identificador de vinte dígitos perdia os três últimos. Nada disso era avisado. Na direção contrária, a proteção contra fórmula de planilha colocava um apóstrofo em qualquer valor que começasse com hífen, então o número negativo menos cinco saía como texto. A marca invisível que o Excel escreve no começo do arquivo virava parte do nome da primeira coluna.
    O que mudou
    Um texto só vira número quando a conversão de volta devolve exatamente o que estava escrito. Como 007 voltaria como 7, ele continua texto, e o mesmo vale para CPF, CEP, código de barras e número grande demais. As colunas em que isso aconteceu são listadas junto do resultado. O apóstrofo contra fórmula passou a entrar só quando o valor não é um número, e toda célula que o recebeu é relatada. A marca do Excel é removida na entrada de CSV, de YAML e de XML.

    Página corrigida: /calculadora-conversor-dados

  71. Meu IP: a página consultava uma vez só e o endereço antigo ficava na tela

    O que estava errado
    A leitura da conexão acontecia apenas quando a página era aberta, e nunca mais. Quem trocava de rede ou ligava uma VPN com a aba aberta continuava vendo o endereço anterior até recarregar a página inteira. Não havia horário na tela, então um valor de uma hora atrás tinha exatamente a mesma aparência de um valor recém-consultado. O texto também afirmava que a leitura acontecia sem intermediário, o que não era exato: quem informa o endereço é a borda que entrega o site.
    O que mudou
    A página passou a consultar de novo quando você volta para a aba, quando volta pelo botão voltar do navegador e quando a conexão se restabelece, respeitando um intervalo mínimo de quinze segundos entre consultas automáticas. O botão de atualizar não passa por esse intervalo. O horário da última consulta concluída aparece abaixo do endereço e envelhece sozinho, ficando em destaque depois de cinco minutos. Quando uma atualização falha, o endereço anterior permanece na tela com um aviso dizendo que ele é da consulta anterior. O texto passou a separar as duas coisas: nenhum serviço de terceiro é consultado e o ValorFinal não grava nada, mas a borda que entrega o site naturalmente enxerga a requisição.

    Página corrigida: /meu-ip

  72. Guia de ARN da AWS: três afirmações erradas sobre região, partições e conta

    O que estava errado
    O guia explicava que o campo de região fica vazio nos identificadores de bucket do S3 porque buckets não pertencem a uma região específica. Buckets do S3 são criados numa região escolhida por quem cria; o que o formato do identificador reflete é outra coisa, a unicidade do nome dentro da partição. O texto listava três partições e chamava uma quarta de erro de digitação, quando a documentação da AWS já descreve quatro. E recomendava tratar o número da conta como dado sensível, enquanto a documentação da AWS diz que identificadores de recurso não são considerados secretos, sensíveis ou confidenciais. Havia também uma afirmação sobre a maioria dos erros de permissão na AWS que não tinha fonte.
    O que mudou
    As três afirmações foram corrigidas contra a documentação atual da AWS. O guia passou a explicar por que o formato do identificador de bucket omite região e conta, sem dizer que o bucket não tem região; a quarta partição entrou na lista; e o número da conta é apresentado como informação que a AWS não classifica como segredo, com a observação de que muitas empresas adotam política interna mais restritiva, o que é política e não definição. A afirmação sem fonte foi removida. O guia ganhou também a regra que faltava: a diferença entre o identificador do bucket e o do objeto dentro dele numa política de permissão.

    Página corrigida: /guia/arn-aws-o-que-eFonte consultada

  73. Guia de phishing: a regra para achar o domínio de um link estava errada

    O que estava errado
    O guia ensinava a identificar o site verdadeiro olhando o trecho até a primeira barra do endereço, e repetia essa instrução em quatro lugares, em duas direções contrárias entre si. A regra falha em vários casos comuns: a primeira barra cai dentro do https, um arroba no meio do endereço muda quem serve a página, um endereço brasileiro tem três partes e não duas, e a porta empurra o nome verdadeiro para longe. O texto também descrevia errado como um endereço com letras de outros alfabetos aparece no navegador, e não mencionava uma única vez que o cadeado do navegador não prova que o site é honesto.
    O que mudou
    A instrução foi substituída pela leitura correta de um endereço, com o que é esquema, o que é autoridade, onde termina o nome do servidor e por que o que vale é o final dele, não o começo. O guia passou a tratar o arroba, a porta, o sufixo brasileiro de três partes e a codificação usada em letras de outros alfabetos, com a correção de que o navegador costuma mostrar a forma bonita em vez do código. Entraram também duas seções novas: uma sobre o cadeado, que prova criptografia e não honestidade, e outra sobre site legítimo que foi invadido, caso em que o domínio está certo e a página não está. As afirmações absolutas sobre canais de contato foram trocadas por orientação verificável.

    Página corrigida: /guia/phishing-como-identificarFonte consultada

  74. Radar de Concursos: páginas tiradas do índice por texto parecido, prazo e público lidos errado

    O que estava errado
    O processo seletivo 27/2026 da Universidade Federal de Pelotas, para Odontologia com inscrições de 15 de setembro a 18 de outubro, estava fora do índice dos buscadores por ser parecido com o 17/2026, de Ciência e Tecnologia de Alimentos, cuja inscrição terminou em agosto; o mesmo acontecia com os processos seletivos 2 e 4 de 2026 da Transpetro. A regra que decidia isso olhava só o texto administrativo, que uma universidade repete em todo edital. As páginas dos processos seletivos 1, 2 e 4 de 2026 da Transpetro anunciavam inscrições até 1 de dezembro de 2026, e essa data é a da liberação do cartão de confirmação de inscrição, publicada numa retificação; o prazo de inscrição não está no trecho do edital que o radar capturou. O concurso 2/2026 do CREA-PR aparecia só como de nível superior, com cadastro de reserva e taxa única de R$ 60,00, quando o extrato oferece Agente Administrativo de ensino médio, 7 vagas imediatas além do cadastro de reserva, e taxa de R$ 100,00 para os cargos de nível superior; por isso ele não aparecia no filtro de ensino médio. A seleção da Funasa no Amazonas era apresentada como oportunidade aberta, com prova em 19 de agosto e lotação também em São Paulo: o edital só aceita quem já ocupa cargo efetivo no serviço público (movimentação por cessão), 19 de agosto é o fim da análise curricular e São Paulo aparece só num formulário-modelo do anexo. A página do concurso 1/2026 do CRECI de São Paulo mandava pagar R$ 53,50 tendo três taxas, de R$ 53,50 a R$ 72,30 conforme o cargo. A página da UFPel 27/2026 dizia não ter confirmado vagas nem escolaridade e mandava ao site, quando o edital publica uma vaga, exige doutorado e recebe inscrição por e-mail. A página inicial do radar contava, no HTML gravado no build, 15 inscrições abertas e 191 vagas incluindo o concurso da UFSCar cujo prazo tinha terminado na véspera, e o cartão dele dizia último dia de inscrição; as páginas de listagem já diziam 14 e 102. E 45 endereços de edital que já tinham recebido visitas de busca respondiam erro 404.
    O que mudou
    Dois editais só são tratados como o mesmo documento quando a identidade bate: número do edital, data de assinatura e período de inscrição; texto parecido sozinho não tira mais página do índice, e a colisão ambígua vai para revisão. Cada data passa a valer só para o evento que o edital nomeia, e uma retificação só troca o prazo de inscrição quando o trecho republicado fala de inscrição; análise curricular e entrevista deixaram de virar data de prova. O extrato em blocos por cargo passou a ser lido cargo a cargo, com escolaridade, taxa, vagas imediatas, cadastro de reserva e localidades de cada um, e a frase da taxa é uma só em toda a página, com a faixa e o grupo de cargos de cada valor. A página passou a dizer quem pode participar quando o edital restringe a servidores, a titulação exigida e o canal real de inscrição, separando o endereço onde o edital está publicado do canal por onde a inscrição é feita. Cidade citada em formulário-modelo deixou de ser lotação. A situação de cada certame passou a ser recalculada pelo calendário no momento da consulta, então o prazo que venceu à meia-noite não aparece como aberto, e a página inicial declara a data da varredura que os números do build descrevem. Os 45 endereços antigos passaram a redirecionar para o concurso equivalente ou para a página do órgão; seis, sem rastro no radar, continuam em erro e estão listados na documentação da rodada. No fechamento, a conferência das páginas publicadas achou mais dois erros: o destaque do CREA-PR dizia só 7 vagas enquanto o quadro de cargos, logo abaixo, mostrava o cadastro de reserva, porque o banco não guardava essa informação quando havia número de vagas; e o cronograma da Transpetro 4/2026 chamava a liberação do cartão de confirmação de inscrição de homologação das inscrições. Os dois foram corrigidos e o acervo foi reprocessado de novo.

    Página corrigida: /concursos

  75. Tabela FIPE: o botão de comparar levava a uma página de erro

    O que estava errado
    O botão Comparar com outro veículo aparece na página de cada versão e na de cada código FIPE, e mandava só o primeiro veículo no endereço. O comparador exigia os dois, respondia com erro e ainda descartava o veículo que a pessoa tinha acabado de escolher, pedindo dois códigos FIPE em vez de deixar procurar pelo nome.
    O que mudou
    Um veículo só passou a ser um pedido válido: a página abre com ele já escolhido e pede o segundo pelo nome. O endereço com um veículo pode ser compartilhado e continua funcionando.

    Página corrigida: /tabela-fipe/comparar

  76. Tabela FIPE: a busca sugeria ano-modelo que a tabela não publica

    O que estava errado
    A busca decidia se um veículo tem um ano-modelo olhando só o primeiro e o último ano dele, e essa faixa não é a lista: o Fiat Uno Attractive tem 2015, 2016, 2019, 2020 e 2021, e procurar por uno attractive 2017 oferecia uma página que não existe. Eram 768 versões com buraco na lista, somando 2.070 combinações de código e ano oferecidas indevidamente, e nos modelos o problema era maior, porque o modelo soma versões que cobrem anos diferentes.
    O que mudou
    A busca passou a guardar quais anos existem de verdade, e não apenas o primeiro e o último. Quando o ano digitado não existe naquele veículo, a sugestão leva ao modelo inteiro, onde estão os anos que existem.

    Página corrigida: /tabela-fipe

  77. Tabela FIPE: o texto da versão elegia como mais cara uma que não era

    O que estava errado
    Na página de uma versão, a frase que diz onde ela fica no preço do ano contava versões e escolhia os extremos sobre listas diferentes. Num Gol 1996 em que o Furgão aparece em álcool por R$ 6.498 e em gasolina por R$ 7.050, a frase apontava a CL, de R$ 6.900, como a mais cara, enquanto a nota logo abaixo mostrava R$ 7.050.
    O que mudou
    A contagem passou a ser por código FIPE e os extremos passam a sair de todos os preços exibidos, que é o que a lista da página mostra. Uma versão cujos preços cercam o valor da página deixou de ser contada como mais cara ou mais barata, porque ela é as duas coisas.

    Página corrigida: /tabela-fipe

  78. Tabela FIPE: o simulador de custo dava consumo de carro a caminhão

    O que estava errado
    O simulador Quanto custa manter vinha preenchido com 11 km por litro e R$ 150 de manutenção mensal em qualquer página, inclusive nas de caminhão, onde nenhum dos dois números faz sentido. E ele não respondia nada no HTML da página, enquanto os simuladores de financiamento e de IPVA logo acima já respondiam.
    O que mudou
    Os valores sugeridos passaram a depender do tipo de veículo, e o caminhão não recebe sugestão nenhuma: a página pede os números de quem está lendo. O simulador passou a responder já no carregamento, e o cálculo da depreciação separa não ter doze meses de histórico de o veículo não ter caído de preço.

    Página corrigida: /tabela-fipe/carros

  79. Tabela FIPE por faixa de preço: a resposta citava o carro mais barato para quem perguntava o que cabe no orçamento

    O que estava errado
    A seção de perguntas respondia qual carro cabe em até R$ 30 mil citando o modelo mais barato da lista. Quem tem esse orçamento quer saber o que o dinheiro compra perto do teto, e não qual é o mais barato de todos.
    O que mudou
    A resposta passou a citar os modelos que ficam perto do teto da faixa. Nas faixas sem teto, que são as de acima de um valor, ela continua citando o piso, que ali é a informação útil.

    Página corrigida: /tabela-fipe/carros/ate-30-mil

  80. Tabela FIPE: o IPVA ignorava a alíquota de diesel, elétrico e híbrido

    O que estava errado
    Doze estados cobram o IPVA de automóvel com alíquota própria por combustível, e a tabela de cada página de versão usava sempre a do carro comum, embora a própria página mostrasse o combustível do veículo. Numa Hilux 3.0 diesel de R$ 147.763 a estimativa da Bahia saía com 2,5% enquanto a regra impressa logo abaixo dizia diesel 3%. Num carro elétrico no Rio de Janeiro saía 4% no lugar de 0,5%, oito vezes mais.
    O que mudou
    A alíquota por combustível virou dado e passou a decidir o número: diesel, elétrico, híbrido e álcool exclusivo saem com a alíquota do estado, e a isenção aparece escrita como isenção. Onde a Tabela FIPE não distingue o combustível, como no GNV, a linha diz que o estado tem regra própria em vez de calcular.

    Página corrigida: /tabela-fipeFonte consultada

  81. Tabela FIPE: a página do ano contava dois preços do mesmo carro como duas versões

    O que estava errado
    Quando a mesma versão é publicada em dois combustíveis, ela tem um preço para cada um sob o mesmo código FIPE. A página do ano-modelo contava essas linhas como versões diferentes: o Volkswagen Gol 1996 anunciava 19 versões onde há 12 códigos, e a página do modelo, ao lado, dizia 12. No Fusca 1996 o texto chegava a eleger a mesma versão como a mais barata e a mais cara, com R$ 2.357 de diferença entre elas.
    O que mudou
    A contagem passou a ser de códigos FIPE, que é o que o resto do portal chama de versão. Com um código em dois combustíveis, a página diz que há uma versão e mostra os dois preços com o combustível ao lado de cada um. A tabela continua com uma linha por combustível, porque é assim que a fonte publica.

    Página corrigida: /tabela-fipe

  82. Tabela FIPE por faixa de preço: a lista parava em 200 modelos e o texto dizia que trazia todos

    O que estava errado
    As páginas que listam veículos por faixa de preço anunciavam o total de modelos da faixa e mostravam no máximo 200 linhas, sem dizer que a lista estava cortada. Em quinze das dezoito faixas o corte acontecia: a de carros até R$ 30 mil declarava 509 modelos e servia 200. A resposta da seção de perguntas afirmava que a tabela trazia todos.
    O que mudou
    O teto subiu para cobrir a maior faixa e a lista passou a sair inteira. Quando ainda assim ela for cortada, o texto e a resposta da seção de perguntas dizem quantos estão na página e onde ver o resto.

    Página corrigida: /tabela-fipe/carros/ate-30-mil

  83. Tabela FIPE: o simulador de IPVA cobrava de moto isenta

    O que estava errado
    Na página de qualquer motocicleta, a tabela de IPVA por estado imprimia uma alíquota só, a mais comum. Numa Honda CG 160, de 160 cc, ela estimava R$ 387,79 no Paraná enquanto a observação da mesma página dizia que motos até 170 cc são isentas ali. Seis unidades da federação isentam a moto pequena e outras sete cobram por faixa de cilindrada; em Mato Grosso, no Ceará e em Alagoas o número exibido nem era o da primeira faixa, apesar de vir rotulado como faixa de entrada.
    O que mudou
    A escala de cada estado virou dado: a tabela mostra uma linha por faixa de cilindrada, escreve isento onde a alíquota é zero e o simulador passou a perguntar a cilindrada da moto, porque a Tabela FIPE não publica esse número e nós não o deduzimos do nome do modelo. Carros e caminhões continuam com alíquota única.

    Página corrigida: /tabela-fipeFonte consultada

  84. Tabela FIPE: a página do ano prometia preço de versão que não existe naquele ano

    O que estava errado
    A página de um ano-modelo listava, como pendentes de leitura, versões que a FIPE simplesmente não publica naquele ano. A página do Toyota Corolla 2015 dizia que a versão XRS existe em 2015 e ainda não tinha sido lida, quando o código 002115-6 tem 2013, 2014, 2018 e 2019, e nenhum 2015. A causa era tratar o intervalo declarado pela fonte, de 2013 a 2019, como se fosse a lista de anos.
    O que mudou
    A lista de pendências passou a exigir a prova de que a versão ainda não foi lida na fonte. Quando os anos daquela versão já foram lidos e o ano pedido não está entre eles, a página não promete mais um preço que nunca vem. Na consulta por código, a ficha passou a escrever os anos que existem de verdade, com os buracos à mostra, em vez do intervalo contínuo.

    Página corrigida: /tabela-fipe

  85. Tabela FIPE: a página de moto explicava as versões por portas e câmbio

    O que estava errado
    O texto que explica por que um mesmo modelo tem vários preços dizia, em toda página de motocicleta, que cada combinação de motor, câmbio, acabamento e portas recebe um código FIPE próprio. Era o texto de automóvel aplicado a um veículo que não tem porta, e ele aparecia justamente onde serve para a pessoa conferir qual é a versão dela.
    O que mudou
    Cada tipo de veículo ganhou o próprio vocabulário, tirado de como a FIPE escreve o nome das versões: cilindrada, versão e equipamento na moto; motor, tração, portas e versão no caminhão, que tem porta no nome mesmo; motor, câmbio, acabamento e portas no carro.

    Página corrigida: /tabela-fipe

  86. Tabela FIPE: a contagem de anos-modelo discordava da página do modelo

    O que estava errado
    A página de um ano-modelo dizia em quantos anos-modelo o veículo aparece na referência, e contava só a vizinhança que ela própria mostra. A página da Honda CG 160 2023 falava em 9 anos-modelo com preço duas linhas antes de a seção seguinte dizer que o CG 160 tem 12, que é o número certo e o que a página do modelo publica.
    O que mudou
    A contagem passou a ser feita sobre a família inteira. A lista continua mostrando os anos vizinhos, para as páginas de anos diferentes não ficarem quase idênticas, mas o número descreve o conjunto que a frase diz descrever.

    Página corrigida: /tabela-fipe

  87. Tabela FIPE: mínimo e máximo de 12 meses saíam sobre uma série de 11

    O que estava errado
    No histórico de preço, os cartões de menor e maior valor diziam mínimo em 12 meses e máximo em 12 meses mesmo quando a série era mais curta. Na Honda CG 160 Fan 2026 a série vai de novembro de 2025 a setembro de 2026, que são 11 meses, e um mínimo apurado em 11 meses pode não ser o mínimo do ano.
    O que mudou
    Quando a janela de 12 meses não está completa, o cartão passa a dizer desde quando o valor é medido. Com a série cheia, o texto de 12 meses continua igual.

    Página corrigida: /tabela-fipe

  88. Brasileirão: a tabela de cenários anunciava a disputa que o clube não tem

    O que estava errado
    Na página da próxima rodada e nas páginas de confronto, a coluna que mostra o efeito de cada resultado escolhia a disputa do clube por três faixas escritas à mão, e nenhuma delas era a Sul-Americana. Todo clube de meio de tabela caía no último caso e aparecia disputando vaga de Libertadores. O São Paulo era apresentado brigando por um Top 5 de 3,8% enquanto disputava 59,5% da faixa da Sul-Americana, e a mesma página se contradizia: trinta linhas acima, outra seção já nomeava a disputa certa.
    O que mudou
    As duas telas passaram a ler a disputa do clube da mesma função que a página dele usa, e que já considera as quatro faixas do regulamento. O número exibido é o da disputa anunciada, e as seções da mesma página não podem mais discordar.

    Página corrigida: /brasileirao/proxima-rodadaFonte consultada

  89. Brasileirão: a metodologia dizia que não havia melhor ataque nem campanha como mandante, e as duas estavam publicadas

    O que estava errado
    A seção que explica por que o cluster não publica artilharia listava, entre as perguntas excluídas por falta da súmula da partida, o melhor ataque e a campanha como mandante. As duas não dependem de súmula: saem de gols e mando de campo, que a fonte publica e que o site já mostrava na página de cada clube.
    O que mudou
    O texto passou a separar o que a fonte não traz (gol por jogador, assistência, cartão, escalação e minutagem) do que ela traz e o cluster calcula (gols marcados e sofridos, campanha em casa e fora, sequências e aproveitamento), e aponta a página que compara os vinte clubes nesses recortes.

    Página corrigida: /brasileirao/metodologiaFonte consultada

  90. Dados abertos do Brasileirão: faltava a coluna da Sul-Americana, e o dicionário indicava a faixa errada

    O que estava errado
    A chance de terminar na faixa que dá vaga na Sul-Americana pela posição existia no JSON e não tinha coluna no CSV de clubes nem no de histórico. Pior: a descrição do campo antigo mandava usar a probabilidade de zona continental no lugar dela, e essa faixa inclui as posições que já garantem Libertadores. Quem seguisse a instrução publicaria um número maior do que a resposta.
    O que mudou
    Os dois arquivos ganharam a coluna prob_sul_americana, no fim do cabeçalho para não deslocar as colunas antigas, e o dicionário passou a apontar para ela. Entrou junto a pontuação projetada do campeão, que o site publicava sem campo correspondente no dado aberto.

    Página corrigida: /brasileirao/dados-abertosFonte consultada

  91. Brasileirão: o cartão de pontos que faltam arredondava as vitórias para cima

    O que estava errado
    Na página de clube, o cartão que mostra quantos pontos faltam para o objetivo traduzia a distância em vitórias dividindo por três e arredondando para cima, sem dizer que sobrava folga. Com 14 pontos faltando, ele anunciava cerca de 5 vitórias, que somam 15. Três linhas abaixo, na mesma página, o bloco de combinações já mostrava a conta certa.
    O que mudou
    O cartão passou a usar a mesma combinação do bloco de baixo, que confere se ela cabe no calendário e diz a folga quando existe. Quando não há mais pontos suficientes em disputa, ele diz isso em vez de sugerir um número de vitórias.

    Página corrigida: /brasileirao/santos

  92. Tabela FIPE: a metodologia descrevia dois controles que o portão não fazia

    O que estava errado
    A página de metodologia listava, entre os critérios do portão automático que libera um mês novo de preços, a checagem de vínculos órfãos e a reconferência de uma amostra de códigos direto na fonte. Nenhuma das duas era feita pelo portão.
    O que mudou
    A tabela passou a descrever exatamente o que o código verifica, incluindo o critério de fila vazia, que já existia e não estava escrito. A conferência por amostra continua sendo feita, por pessoa, quando um mês novo abre ou quando o relatório diário acusa regressão, e a página agora diz isso com essas palavras, em vez de apresentá-la como controle automático.

    Página corrigida: /tabela-fipeFonte consultada

  93. IPVA: estados que cobram por faixa de potência apareciam com a alíquota de entrada

    O que estava errado
    Na estimativa de IPVA por estado das páginas de veículo, sete unidades da federação escalonam a alíquota por potência ou cilindrada, e a tabela mostrava apenas a faixa de entrada como se fosse a alíquota daquele veículo. Em Tocantins, a linha trazia 2,5% também em carros acima de 100 cv, para os quais a regra do estado prevê 3,5%.
    O que mudou
    A Tabela FIPE não informa potência nem cilindrada, e o ValorFinal não estima esse dado. A linha do estado passou a avisar que ele escalona por potência ou cilindrada, e a alíquota é identificada como faixa de entrada, com a regra completa do estado logo abaixo.

    Página corrigida: /tabela-fipeFonte consultada

  94. A página de cookies dizia que os anúncios automáticos do Google estavam desligados, e eles estão ligados desde agosto

    O que estava errado
    A página que explica o uso de cookies afirmava, sobre a publicidade, que o ValorFinal usa o Google AdSense com anúncios em espaços fixos das páginas e que os anúncios automáticos do Google estavam desligados. Os anúncios automáticos foram ligados em 25 de agosto de 2026, e desde 27 de agosto existe uma âncora automática presa ao rodapé em parte das páginas. A mesma tela de escolha de cookies também dizia que os itens opcionais medem audiência, o que sugeria que recusar desligaria a medição. Não desliga: em 29 de julho de 2026 o portal voltou a medir audiência em todas as visitas, de forma agregada, e a escolha passou a valer para a personalização dos anúncios.
    O que mudou
    Os dois textos passaram a descrever o que acontece. A página de cookies diz que existem anúncios em espaços fixos e a âncora automática no rodapé, e acrescenta que o caminho de assinatura e a área logada não carregam anúncio nenhum. A tela de escolha diz que a decisão ali vale para a personalização dos anúncios, e a explicação do item de audiência diz que a medição é agregada, sem dado pessoal identificável, e acontece em todas as visitas. Nenhum comportamento do site mudou: o que mudou foi a descrição, que estava errada.

    Página corrigida: /cookies

  95. O título da vitrine de cursos anunciava certificado junto da gratuidade, e sete perguntas diziam que o certificado é o único recurso da assinatura

    O que estava errado
    No mesmo dia em que o convite dos cursos foi corrigido, a promessa continuou viva no lugar de maior alcance: o título e a descrição da própria vitrine de cursos, que são o texto que o Google mostra, diziam Cursos online gratuitos com certificado e emita o certificado ao concluir. Sete perguntas frequentes, espalhadas pelo catálogo, afirmavam que o certificado de conclusão é o único recurso reservado a quem assina. Não é: a assinatura também abre o tutor de inteligência artificial dentro das aulas, as anotações sincronizadas entre aparelhos, a comunidade de dúvidas por aula e o portal sem anúncios, tudo listado na própria página de cada curso. A correção publicada aqui em 7 de setembro chegou a afirmar que um teste automático passava a reprovar qualquer texto do portal que citasse certificado ao lado de gratuidade, e o teste olhava apenas dois arquivos.
    O que mudou
    O título passou a ser Cursos online gratuitos do ValorFinal e a descrição diz que as aulas, os exercícios, as mini-provas e o exame final são gratuitos e que o certificado de conclusão é para assinantes. As sete perguntas passaram a listar o que a assinatura acrescenta, em vez de reduzir tudo ao certificado. O teste automático foi ampliado: ele agora lê o título, a descrição e o catálogo inteiro do programa que serve os cursos, e não só os dois arquivos de onde o problema tinha sido visto pela primeira vez.

    Página corrigida: /cursos/

  96. Duas telas diziam que o bolão do VIP é ilimitado, e o limite é de vinte

    O que estava errado
    A tela do Gerenciador de Bolão e a lista de bolões em que a pessoa participa anunciavam bolões ilimitados como benefício da assinatura. O sistema limita a vinte bolões por conta assinante. A mesma lista também dizia que organizar um bolão, com convites, cofre e divisão por cota, é recurso do VIP, quando criar um bolão, travar os jogos no cofre e compartilhar o link público já funcionam no plano gratuito desde agosto.
    O que mudou
    As duas telas passaram a dizer vários bolões ao mesmo tempo, sem prometer um número que não existe, e a lista passa a explicar o que o plano gratuito já faz antes de citar o que a assinatura acrescenta. O teste automático que protege esses textos ganhou as duas telas que faltavam e uma regra nova, que reprova qualquer promessa de bolão ilimitado enquanto o limite do sistema for um número finito.

    Página corrigida: /gerenciador-de-bolao

  97. O convite dos cursos anunciava certificado junto com a gratuidade, e o certificado é dos assinantes

    O que estava errado
    O bloco que convida para os cursos aparece no fim de toda calculadora e de toda guia do portal. Ele terminava dizendo que os cursos são gratuitos, práticos e com certificado; em outra variação, exercícios e certificado. A página Sobre repetia a ideia em três pontos, e um deles listava o certificado ao lado do exame final entre o que o curso gratuito entrega. Estudar é mesmo de graça, do primeiro módulo ao exame final, mas o certificado de conclusão sempre foi recurso de quem assina o ValorFinal VIP. Quem estudava meses descobria a condição só na tela de conquistas, depois de ser aprovado no exame.
    O que mudou
    As quatro versões do convite e os três trechos da página Sobre passaram a separar as duas coisas: as aulas, os exercícios, as mini-provas e o exame final são gratuitos, e o certificado de conclusão é para assinantes. Nenhum recurso mudou de plano e nada foi tirado de ninguém. O que mudou é que a condição agora aparece antes do esforço, e não depois dele. Um teste automático passou a reprovar qualquer texto do portal que cite certificado ao lado de gratuidade sem dizer de quem ele é.

    Página corrigida: /cursos/

  98. A página de metodologia dizia 19 anos de experiência, um número que a página de autor já tinha aposentado

    O que estava errado
    Em 5 de setembro de 2026 a página de autor do ValorFinal deixou de contar anos de carreira. O motivo está escrito lá: o marco usado nessa conta era o curso técnico de 2006, que registra o início dos estudos e não o início de emprego, e contador de anos envelhece sozinho a cada primeiro de janeiro. A página passou a mostrar o período de cada vínculo, um a um. Só que a página que explica como os cálculos são validados, linkada do rodapé, de toda calculadora sensível e de centenas de PDFs, continuou dizendo especialista em segurança da informação com 19 anos de experiência em tecnologia.
    O que mudou
    A frase passou a descrever a atuação sem contar anos: especialista em segurança da informação, com atuação em segurança em nuvem e em ambientes regulados do sistema financeiro. Ela também manda o leitor à página de autor, onde estão o período de cada vínculo, a formação e a origem declarada de cada informação. O teste que impedia o exagero de voltar olhava para dois arquivos apenas; agora existe outro que varre o portal inteiro e os programas que servem cursos, concursos, astronomia, futebol e tabela FIPE. A mesma frase ainda aparece no bloco de autor dos cursos, e está registrada para correção.

    Página corrigida: /como-validamos-os-calculos

  99. O Radar dizia varrer o Diário Oficial só em dias úteis, e a varredura roda todos os dias

    O que estava errado
    A resposta sobre a frequência de atualização dizia que a varredura roda quatro vezes por dia em dias úteis. A coleta é agendada para as 7h, 10h, 14h e 18h de Brasília, sem exceção de fim de semana nem de feriado, e a mesma página já dizia todos os dias no resumo que aparece na busca e no selo do topo. Quem lia a resposta podia concluir que uma edição extra publicada num sábado só apareceria na segunda-feira.
    O que mudou
    A resposta passou a dizer quatro vezes por dia, todos os dias, que é o que o agendamento faz, e um teste automático agora compara essa frase com o horário real da coleta. Entrou também a pergunta que faltava: convocação de aprovados e resultado final entram na lista como concurso novo? Não entram. Só o edital de abertura cria um registro. Convocação, homologação das inscrições, gabarito, resultado preliminar, resultado final, homologação do resultado e prorrogação de validade são capítulos de um concurso que já existe e alimentam a linha do tempo dele. É por isso que a lista mostra menos registros do que o número de publicações de concurso no Diário Oficial: a maior parte do que sai por lá é andamento de seleção antiga.

    Página corrigida: /concursos

  100. O portal anunciava que travar o bolão no cofre era exclusivo de quem assina, e ele é gratuito desde agosto

    O que estava errado
    Em 20 de agosto de 2026 o ValorFinal liberou o cofre do bolão para o plano gratuito: quem cria uma conta sem pagar nada pode montar 1 bolão, travar os jogos com um código de verificação e gerar o link público para o grupo do WhatsApp. O sistema passou a funcionar assim naquele dia, mas cinco textos continuaram dizendo o contrário. A tabela que compara o plano gratuito com o VIP, na página do Loterias Pro, marcava Não na coluna do gratuito para o cofre. A página da Mega da Virada afirmava que organizar com cofre era recurso do VIP. A página do VIP se contradizia em dois pontos do mesmo texto, e a descrição do produto listava o cofre entre as coisas que a assinatura acrescenta. Quem lia isso concluía que precisava pagar para travar o bolão do grupo.
    O que mudou
    Os cinco textos passaram a descrever o que o sistema realmente faz. No plano gratuito ficam 1 bolão, o cofre com código de verificação e o link público para o grupo. O que a assinatura acrescenta no bolão é ter vários ao mesmo tempo, registrar as cotas de cada participante com a divisão da premiação estimada, convidar por e-mail com confirmação e guardar o histórico do grupo. Nenhum direito foi retirado de quem já usava: a correção é de texto, e ela devolve ao leitor um recurso que ele já tinha e não sabia.

    Página corrigida: /loterias-pro

  101. São Paulo x Atlético-MG apareceu como jogo encerrado em 0 a 0 com a partida ainda em andamento

    O que estava errado
    Na noite de 5 de setembro de 2026, com a partida entre São Paulo e Atlético-MG pela 26ª rodada ainda em disputa, o card do jogo mostrava o placar de 0 a 0 e o selo de resultado final, com cadeado. O São Paulo vencia por 2 a 0 naquele momento e venceu por 2 a 0. O empate que nunca existiu também entrou na tabela de classificação e nas probabilidades de título, Libertadores e rebaixamento, porque o portal soma os jogos encerrados para montar esses números.
    O que mudou
    O ValorFinal deduz o placar de um jogo pela tabela agregada que a fonte de dados publica, e essa dedução existe porque a lista de partidas da mesma fonte às vezes demora horas para registrar o resultado depois do apito final. O que faltava era a checagem mais simples: a tabela agregada chegou a contar a partida em curso com o placar do intervalo, e a dedução transformou aquele placar parcial em resultado final. Agora nenhum jogo é fechado enquanto a fonte disser que a bola está rolando, e nenhum jogo é fechado antes de duas horas e meia do apito inicial, tempo em que nenhuma partida de futebol termina. Enquanto o jogo estiver em andamento, o card mostra o selo Ao vivo, sem placar e sem probabilidade de pré-jogo.

    Página corrigida: /jogos-do-brasileirao-hojeFonte consultada

  102. A página do código FIPE dizia que o combustível define o código, e a resposta seguinte, na mesma página, dizia o contrário

    O que estava errado
    A página de consulta por código FIPE respondia duas coisas opostas na mesma tela. Na primeira pergunta, a de qual veículo é o código, o texto afirmava que a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas dá um código a cada versão considerando motor, câmbio, acabamento e combustível. Na pergunta logo abaixo, a de por que o código tem vários preços, o texto dizia que uma versão vendida com mais de um combustível no mesmo ano mostra cada combustível com o próprio preço, o que só é possível se o código for o mesmo. A metodologia do ValorFinal sempre trouxe a versão correta. O mesmo texto errado aparecia na página de cada versão. Quem confere o código da apólice de seguro ou do contrato de financiamento e encontra dois combustíveis sob aquele código podia concluir que estava vendo o veículo errado.
    O que mudou
    As duas páginas passaram a dizer que o código FIPE identifica a versão por motor, câmbio, acabamento e portas, e que uma mesma versão vendida com mais de um combustível no mesmo ano mantém o mesmo código e recebe um preço por combustível. É o que o Fusca com as opções a álcool e a gasolina mostra na própria tabela. O combustível continua escrito ao lado do valor e fora do endereço da página, porque ele não cria um veículo diferente.

    Página corrigida: /tabela-fipeFonte consultada

  103. O Radar publicava 9 vagas num concurso de 89, marcava prova no dia do comunicado e anunciava uma promoção interna como oportunidade

    O que estava errado
    A página do concurso de professor da Universidade Federal de São Carlos, edital 4/2026, dizia 9 vagas e faixa salarial a partir de R$ 753,96. O edital oferece 89 vagas e paga de R$ 3.518,45 a R$ 13.753,96, conforme a jornada e a titulação. Os dois erros tinham a mesma origem: a leitura de números perdia o primeiro dígito quando o Diário Oficial escrevia o valor sem ponto de milhar, e o quadro de vagas era lido numa largura errada. A página do edital 607/2026 do Instituto Federal de Minas Gerais marcava a prova para 15 de outubro de 2026, que é o dia do comunicado dos locais de prova; as provas objetiva e dissertativa são em 29 de novembro. A mesma página listava Brasília e Belo Horizonte como localidade de um concurso cujas unidades são Arcos e Ribeirão das Neves, e dizia ter cargos de ensino médio porque o edital informa o nível da aula que o candidato vai simular na prova de desempenho didático. O edital 13/2026 do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região aparecia entre os concursos federais, e ele é um processo de promoção a desembargador por antiguidade, restrito a juízes titulares do próprio tribunal. O concurso de Juiz Federal Substituto do Tribunal Regional Federal da 5ª Região informava lotação apenas em Pernambuco, quando o edital prevê lotação em uma das seis seções judiciárias da região: Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. O processo seletivo do 2º Distrito Naval, para prestação de serviço em Salvador, era publicado como de abrangência nacional. No concurso do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo faltavam três empregos que existem só como cadastro de reserva, entre eles Analista de TI em Segurança da Informação, e quem procurava por esse nome não encontrava nada; a página também mandava consultar o edital para saber a taxa, que o próprio extrato publica em três valores por grupo de cargos. Os processos seletivos do Conselho e da Transpetro eram descritos como contratação temporária, e os dois contratam pela CLT. A página do processo seletivo 3/2026 da Transpetro anunciava o texto oficial na íntegra com o documento cortado no meio da seção 8. Um registro sem nenhum texto capturado mandava pagar taxa de R$ 70,00 e informava lotação nacional. A página de concursos de tecnologia da informação somava 34 vagas, que é o total de um concurso inteiro, quando os cargos de tecnologia daquele edital somam 8. E a página de concursos federais anunciava 291 registros mostrando 54, com um link que levava de volta a uma lista diferente em vez do restante.
    O que mudou
    A leitura de valores passou a exigir fronteira dos dois lados do número, o que corrigiu a faixa salarial da Universidade Federal de São Carlos e de outros seis concursos em que o piso publicado era uma parcela, e não o salário. O total de vagas passou a aceitar a declaração escrita no próprio edital quando o quadro não fecha. Cada data do cronograma passou a ser classificada pelo evento que o edital nomeia, e comunicado de locais de prova, publicação de gabarito e convocação para etapa deixaram de virar data de prova. O nível de escolaridade só é publicado quando ele é requisito do candidato. Seleção restrita a quem já é servidor ou magistrado do próprio órgão saiu do catálogo de oportunidades. A ficha passou a separar a lotação do local de prova, a listar todos os estados de lotação declarados e a dizer não informada no texto publicado no Diário Oficial quando o edital não informa, em vez de chamar isso de nacional. Cargo que existe só como cadastro de reserva voltou a aparecer, e a busca passou a encontrá-lo mesmo digitado sem acento. O vínculo, quando o edital o declara, é publicado com o nome que ele tem: cargo efetivo, emprego público pela CLT, contratação temporária ou serviço militar voluntário. A seção do documento oficial deixou de prometer integralidade quando o texto está cortado, e a página de um registro sem documento capturado deixou de dar instruções de inscrição. A contagem de vagas de uma página de área ou de escolaridade passa a ser feita cargo a cargo quando o quadro do edital permite; quando não permite, o número continua sendo o total e a frase diz que é o total dos concursos que incluem aquele recorte. As listas de estado, área, nível e federais ganharam paginação de verdade, com endereço próprio, e campo de busca por órgão, sigla, cargo ou banca.

    Página corrigida: /concursosFonte consultada

  104. A Tabela FIPE mostrava preço em 10% do catálogo, e 32 páginas de modelo não abriam

    O que estava errado
    Na referência de setembro de 2026, o ValorFinal tinha preço lido em 1.187 dos 11.396 códigos FIPE do catálogo, ou 10,4%. Quem procurava um modelo fora dessa fatia encontrava a página dele com o aviso de preço indisponível nesta referência, sem valor e sem histórico. O motivo era o teto de consultas do plano contratado junto ao fornecedor dos dados, que não cabia numa referência inteira. Além disso, 32 páginas de modelo, entre elas as do Audi Q3, do Chevrolet Astra, do Peugeot 208, do Porsche Macan, da Suzuki GS e do Mercedes-Benz L 1318, respondiam com a página de indisponibilidade temporária o tempo todo, por causa de um defeito na tabela de preços por ano-modelo que aparecia apenas quando o modelo tinha exatamente quinze anos-modelo na tabela. E a página de rankings de valorização, embora já mostrasse as listas, estava marcada para ficar fora dos buscadores.
    O que mudou
    Todos os 11.396 códigos FIPE do catálogo passaram a ter preço lido na fonte na referência de setembro de 2026, e todos os 51.012 anos-modelo ganharam a série mensal completa, de janeiro de 2020 a setembro de 2026. As 32 páginas de modelo que não abriam voltaram a abrir, e as 3.041 páginas de modelo do catálogo foram conferidas uma a uma depois da correção. Os rankings de valorização em doze meses passaram a ser publicados normalmente. E entrou no ar a página O que mudou na Tabela FIPE este mês, que compara a referência publicada com a anterior e mostra, por tipo de veículo, quantos subiram, quantos caíram, a variação do veículo que está no meio da lista e as maiores altas e quedas do mês. Nenhum valor é estimado: quando um dado não existe, a página diz que não existe.

    Página corrigida: /tabela-fipeFonte consultada

  105. A Tabela FIPE dizia ter 11.396 versões e mostrava preço em 841, e as páginas de código mandavam o leitor abrir um ano que não existia

    O que estava errado
    A página principal da Tabela FIPE anunciava 11.396 versões catalogadas. O número era de códigos FIPE conhecidos, e não de códigos com preço: na referência de setembro de 2026, 841 deles tinham valor, 7,4% do total. Quem abria a página de um código fora das famílias de lançamento, o que valia para 10.555 dos 11.396 códigos, lia 0 anos-modelo e a instrução para abrir um ano-modelo e obter o preço, com uma tabela só de cabeçalhos e sem mês de referência. A página do Chevrolet Cruze, por exemplo, listava 17 versões e nenhuma com valor, e a coluna de preço inteira pedia para abrir cada versão. O motivo era de desenho: a fonte só entrega os anos-modelo e os preços de um código numa consulta separada, uma por código, e essa consulta rodava em lote apenas para 27 famílias; para o resto, ela dependia de sobrar orçamento diário de consultas no momento da visita, e o orçamento do dia se esgotava antes das primeiras visitas. O bloco de modelos mais consultados da página principal não refletia consulta nenhuma: era a lista das famílias de lançamento que tinham preço. E a página de rankings estava no ar e aberta aos buscadores com três anos-modelo de amostra, com a lista dos que mais valorizaram formada só por quedas.
    O que mudou
    Toda versão do catálogo passou a entrar numa fila de leitura com ordem: primeiro os modelos mais vendidos e mais buscados, depois os vendidos novos, depois os de 2010 em diante, e o resto conforme sobra orçamento, dentro de um teto diário e mensal de consultas à fonte. A leitura na hora da visita deixou de existir. A página de um código ou de um modelo cujo preço ainda não foi lido nesta referência passou a dizer isso com todas as letras, preço indisponível nesta referência, sem contar zero anos-modelo, sem pedir que o leitor abra nada e sem entrar no índice dos buscadores até o valor chegar. O bloco de modelos passou a se chamar modelos populares, com a nota de que é uma seleção editorial a partir dos mais vendidos e mais buscados no Brasil, até existir medição de audiência. Os rankings saíram do menu, do sitemap e dos buscadores até haver amostra mínima por tipo: 300 anos-modelo de carros, 100 de motos e 50 de caminhões com os dois meses no histórico. A cobertura real, a fila, o portão de qualidade e o que a página faz quando não tem o dado estão explicados na metodologia da seção.

    Página corrigida: /tabela-fipeFonte consultada

  106. Cinquenta e uma páginas do Radar diziam que o concurso não tinha vaga, e o edital ao lado dizia quantas eram

    O que estava errado
    Cinquenta e uma páginas de concurso afirmavam que a seleção era só para formação de cadastro de reserva, sem número de vagas imediatas. Em trinta e quatro delas o documento oficial reproduzido na mesma página dizia o contrário: dezoito editais de professor da Universidade Federal de Minas Gerais traziam Total de vagas 1 (uma) na tabela logo abaixo, e o edital 28/2026 da Universidade Federal do Triângulo Mineiro escrevia oferta de 4 (quatro) vagas imediatas na primeira página. A frase nascia de uma falha de leitura: bastava a expressão cadastro de reserva aparecer em qualquer lugar do edital, e ela aparece no parágrafo de cotas de quase todo edital, para a página afirmar que não havia vaga. O concurso de Juiz Federal Substituto do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, cujas provas são em Aracaju, Fortaleza, João Pessoa, Maceió, Natal e Recife, aparecia como concurso do Distrito Federal e citava Brasília como cidade, porque o edital menciona Brasília oito vezes e nas oito é o horário oficial de Brasília. O mesmo concurso listava Docente em instituição pública de ensino superior como cargo oferecido, recortado de um critério de pontuação de títulos, e por causa desse cargo inventado entrava na área de Educação. Onze cargos publicados em oito concursos eram pedaços de texto jurídico, como Magistério Federal, que é o nome do plano de carreiras transcrito no anexo do edital, e Professor com título igual, que é a regra de composição da banca. Vinte e um concursos abriam a faixa salarial num valor que não é salário, quase sempre o auxílio-alimentação escrito na mesma frase do vencimento. O concurso 3/2026 do Instituto Federal de Mato Grosso dizia 17 vagas num edital de 21, porque a leitura somou uma coluna que contava candidatos classificados, e o 2/2026 do Instituto Federal de Santa Catarina somou a coluna de convocados. E uma retificação que dizia, no próprio cabeçalho, estar vinculada ao edital nº 3/2026 aparecia na linha do tempo do edital nº 2/2026, porque o número do próprio ato era 2.
    O que mudou
    Dizer que não há vaga passou a exigir que o edital declare isso, e qualquer menção a vaga imediata desfaz a afirmação: a frase caiu de cinquenta e uma para dezessete páginas, e vinte concursos passaram a publicar o número que o documento já trazia. Quando o quadro fecha e o edital também declara o total por extenso, vence a frase escrita pelo órgão. Uma grade cujos rótulos falam de candidatos, aprovados ou convocados deixou de ser lida como quadro de vagas. Cidade só é publicada quando aparece falando de lugar de trabalho ou de prova, então horário de Brasília, foro da comarca e a linha de local e data da assinatura não viram mais localidade, e o concurso do Tribunal Regional Federal da 5ª Região passou a ser de Pernambuco, que é onde fica o tribunal. Cargo só é aceito quando a frase em que ele aparece está oferecendo o cargo, e não citando lei, plano de carreira, composição de banca ou pontuação de título. O valor monetário passou a ser lido pelo rótulo colado nele, e não pela palavra que abriu a busca, então auxílio-alimentação deixou de ser piso salarial. A retificação passou a pertencer ao edital que ela mesma diz retificar, e não ao que tem o número do ato. E a recomendação de estudo deixou de afirmar frequência sem evidência: matéria comum a qualquer concurso é apresentada como tal, e quando a sugestão vem da área, a página nomeia o cargo do edital que a sustenta.

    Página corrigida: /concursosFonte consultada

  107. A Tabela FIPE dizia que os valores vinham da BrasilAPI, e não vinham

    O que estava errado
    A explicação da consulta, uma pergunta frequente e a nota de fonte da página diziam que os dados eram acessados pela BrasilAPI. Desde 24 de junho de 2026 os valores eram lidos de outra API comercial que distribui a Tabela FIPE, porque a fonte anterior deixou de responder a servidores em nuvem. O texto ficou dois meses apontando a fonte errada. A página também só mostrava o preço depois de uma verificação antibot e não guardava histórico: quem queria saber quanto o veículo valia no mês anterior não tinha como ver.
    O que mudou
    A Tabela FIPE passou a ser servida por uma plataforma própria do ValorFinal, com o valor de cada versão no próprio HTML, o mês de referência e a data em que o valor foi conferido na fonte, o histórico mês a mês guardado sem sobrescrever, a variação nominal e a descontada pelo IPCA do IBGE, e simuladores de financiamento, IPVA por estado e custo de manter. A fonte passou a ser declarada em toda página e explicada na metodologia: os valores são os publicados pela FIPE, lidos de uma API comercial, e o ValorFinal não é a FIPE.

    Página corrigida: /tabela-fipeFonte consultada

  108. As palavras cruzadas anunciavam uma cruzada nova por dia, e são duas

    O que estava errado
    A descrição da página nos resultados de busca, o texto de compartilhamento em redes sociais, a chamada abaixo do título e o card do jogo na lista de /jogos diziam uma cruzada nova por dia. Saem duas todo dia, a Mini e a Clássica, e três aos domingos, quando entra a Grande. O corpo da própria página já dizia a conta certa, e o número errado ficou nas outras seis superfícies porque cada uma tinha a frase escrita à mão. A página de imprimir recomendava a Mini para criança em alfabetização e mandava escolher entre uma Mini para o ensino fundamental e uma Clássica para o ensino médio, e o jogo não avalia adequação pedagógica: ele calcula dificuldade a partir da grade pronta, e não idade ou ano escolar. A página de jogos afirmava que nada vai para servidor e que os recordes ficam só no navegador, enquanto quem assina o VIP tem a sequência de dias sincronizada entre aparelhos, e a página da cruzada do dia dizia que uma conta leva a sequência e o histórico de um aparelho para outro, quando o histórico de partidas nunca sai do navegador. A página das cruzadas difíceis abria com a Grande do domingo qualquer que fosse o nível dela: das 35 Grandes já publicadas, 13 saíram fáceis, e a do domingo anterior era uma delas, então quem procurava cruzada difícil encontrava uma grade marcada Fácil logo ao lado do título. Duas perguntas frequentes ainda começavam com uma palavras cruzadas, no singular com o plural.
    O que mudou
    A cadência de publicação passou a ser derivada do próprio acervo, num lugar só, e todas as superfícies leem dali: hoje o texto diz duas cruzadas novas por dia, e três aos domingos, e mudará sozinho se a publicação mudar. A recomendação por idade e por ano escolar saiu: a folha impressa continua trazendo o nível medido da grade e o tamanho, e a página diz com todas as letras que quem conhece a turma é quem decide. O texto de privacidade passou a separar o que fica no aparelho, que é a partida em andamento, o histórico e os recordes, do que o assinante VIP pode sincronizar, que é a sequência de dias. A página das difíceis passou a abrir com a grade de nível difícil mais recente do acervo, com preferência pela 13x13, e a Grande do domingo aparece logo abaixo com o nível real dela escrito, sem que nenhuma grade seja reclassificada. E as duas perguntas foram corrigidas para o português certo.

    Página corrigida: /jogos/palavras-cruzadas

  109. Cinco páginas do Radar mostravam dois concursos diferentes como se fossem um só

    O que estava errado
    Quando dois órgãos numeram o edital do mesmo jeito, as duas seleções caíam na mesma página. A página do Edital nº 1 do Conselho Regional de Educação Física da 20ª Região, de Sergipe, trazia junto o edital de um conselho do Piauí. A do Edital nº 5 do Centro de Ciências da Saúde da UFPI mostrava também o edital nº 5 de contratação de intérprete de Libras, que é outra seleção. A do Edital nº 2 do Campus Dourados do IFMS carregava o edital de mesmo número do Campus Ponta Porã, e a do Edital nº 5 do Campus Xapuri do IFAC carregava o do Campus Rio Branco Baixada do Sol. A do Edital nº 1 do Departamento de História da UFMT mostrava também o do Departamento de Geografia. Nas cinco, o leitor via dois editais inteiros no documento oficial reproduzido e uma ficha só, com o prazo e as vagas de apenas um deles. Em outras duas páginas, o órgão responsável aparecia como Campus Viamão e Campus Santo Ângelo, sem dizer de qual instituto federal, porque o cabeçalho do Diário Oficial trazia só o campus. Em três concursos já encerrados, a data de publicação no Diário era posterior ao fim das inscrições que a própria página informava. E em três páginas a lista de cargos repetia um pedaço do cargo anterior como se fosse outro, com Magistério Superior embaixo de Professor Substituto do Magistério Superior.
    O que mudou
    Mesmo número de edital deixou de ser prova de que é o mesmo certame. Agora a região do conselho, o campus e a data em que o edital foi assinado precisam bater; quando não batem, são duas seleções e a intrusa sai da página, continuando listada na página do órgão com o link para o Diário Oficial. A republicação por incorreção, que mantém a data de assinatura, segue reunida numa página só, como deve ser. Quando o cabeçalho do Diário nomeia apenas o campus, a instituição passa a ser lida no próprio texto do edital, que sempre diz quem assina, e as duas páginas passaram a dizer Instituto Federal Farroupilha e Instituto Federal do Rio Grande do Sul. A data de publicação passou a ser a do edital de abertura, e não a do ato que por acaso chegou primeiro ao nosso banco. E a lista de cargos deixou de repetir recorte do cargo vizinho.

    Página corrigida: /concursosFonte consultada

  110. As palavras cruzadas prometiam que nenhuma palavra se repetia, e isso era impossível

    O que estava errado
    A página das palavras cruzadas anunciava 1.564 cruzadas prontas, uma para cada dia até o fim de 2027. O acervo cobre 730 dias, com duas cruzadas por dia e uma terceira aos domingos, então a conta nunca deu uma por dia. A mesma página afirmava que nenhuma grade se repetia porque o desenho das casas pretas era conferido contra o acervo inteiro, quando o que era conferido é a grade preenchida: num quadrado de 5 por 5 com simetria existem poucos desenhos possíveis, e a Mini publicava 730 grades com 26 desenhos. E a página da Mini dizia que o que nunca volta são as palavras, o que é aritmeticamente impossível com um banco de milhares de palavras e dezenas de milhares de casas para preencher: a palavra mais repetida aparecia em 16,9% de todas as grades, e em 393 dos 730 dias uma palavra saía com a mesma dica na Mini e na Clássica do mesmo dia. A página da Mini ainda prometia dez palavras todas cruzadas nas duas direções, o que valia para 124 das 730 Minis: nas outras existem casas com uma pista só, e é justamente daí que vem a diferença entre a Mini de segunda-feira e a de sábado.
    O que mudou
    Os quatro textos passaram a dizer o que o sistema de fato garante, com os números saindo do próprio acervo em vez de escritos à mão. O que nunca se repete é a grade preenchida, nas três trilhas. O desenho das casas pretas é próprio de cada grade na Clássica e na Grande, e volta de tempos em tempos na Mini, o que a página agora explica. A proporção de casas cruzadas nas duas direções passou a ser medida no acervo e mostrada como ela é. E a repetição de palavra passou a ter regra escrita e cumprida: nenhuma palavra aparece duas vezes no mesmo dia, nem entre a Mini e a Clássica, e a palavra recém-usada fica fora de circulação nas cruzadas seguintes enquanto houver alternativa que caiba na grade. As cruzadas com data a partir de 4 de setembro de 2026 foram geradas de novo com essas regras; nenhuma cruzada já publicada foi alterada.

    Página corrigida: /jogos/palavras-cruzadas

  111. O concurso da Dataprev anunciava 424 vagas e o edital reproduzido ao lado dizia 212

    O que estava errado
    A página do concurso da Dataprev anunciava 424 vagas no título, no destaque, na ficha e no resumo, e o texto oficial reproduzido logo abaixo diz duas vezes, com todas as letras, que são 212 vagas: a leitura somava a linha de total do quadro junto com as linhas que ela resume. No concurso do IFMT a página dizia 17 vagas tendo 22 escritas por extenso na primeira página do edital. Em uma família de páginas de universidade a faixa salarial abria em R$ 1.192,00, R$ 1.000,00 ou R$ 1.175,00, que são o auxílio-alimentação e não o salário. Cinco concursos tinham número de edital tirado do dia de uma data, como Edital de 15 de maio de 2026 virando edital 15/2026. Cento e vinte e quatro páginas mandavam pagar a taxa de inscrição dentro do prazo para seleções cujo prazo tinha fechado, com a própria página respondendo, na pergunta de baixo, que a inscrição estava encerrada. Uma seleção que ainda ia abrir era anunciada como se já desse para se inscrever. Páginas de universidade que publicam um edital por faculdade saíam com o mesmo título e o mesmo cabeçalho, sem dizer qual faculdade era. A pergunta sobre concursos estaduais e municipais respondia que eles ainda não entravam, com um edital de prefeitura na lista. E as páginas recomendavam simulados de Conhecimentos Pedagógicos, LDB e ECA para vagas de Técnico de Obras e de Técnico em Usinagem, porque a área da vaga era adivinhada pelo nome da instituição.
    O que mudou
    A linha de total de um quadro passou a conferir a soma, e não a entrar nela. A mesma tabela gravada duas vezes pelo Diário Oficial deixou de ser lida como se fossem duas tabelas. A frase que o órgão escreve por extenso vence a tabela que não fechou, então a Dataprev diz 212 e o IFMT diz 22. Coluna de auxílio, de taxa e de vagas nunca é lida como salário, e o total da remuneração é reconhecido também quando o edital o chama de Valor Total. O número do edital nunca sai do dia de uma data, e é recuperado quando o cabeçalho o declara ao lado do nome do certame. O texto de inscrição passou a seguir o calendário: prazo fechado é contado no passado, prazo por começar diz que ainda não começou, e prazo desconhecido continua dizendo que não foi possível ler. A unidade da universidade entrou no título e no cabeçalho, então cada faculdade tem a sua página identificada. A resposta sobre cobertura passou a descrever a fonte: entra o que sai no Diário Oficial da União, seja o órgão federal, estadual ou municipal, e o radar não varre os diários dos estados e dos municípios. E a recomendação de estudo só afirma o que costuma cair quando a área vem do cargo publicado no edital; quando ela vem apenas do nome da instituição, a página recomenda o conteúdo comum a qualquer concurso e diz que é isso que está fazendo.

    Página corrigida: /concursosFonte consultada

  112. Retificação e convocação apareciam como edital de abertura, e a faculdade aparecia no lugar da universidade

    O que estava errado
    Na linha do tempo de um concurso, publicações que o próprio Diário Oficial chama de RETIFICAÇÃO AO EDITAL, HOMOLOGAÇÃO, RESULTADO FINAL, CONVOCAÇÃO DE CANDIDATOS e CUMPRIMENTO DE LIMINAR apareciam com o rótulo Edital de abertura publicado. Na página do concurso do IFMT, por exemplo, os três atos listados diziam abertura, e dois deles começam escrito Retificação. Treze concursos da Universidade Federal de Mato Grosso eram apresentados como se o órgão fosse a Faculdade de Medicina, o Instituto de Linguagens ou a Faculdade de Nutrição, sem que a universidade fosse citada em nenhum lugar da página, e não havia página que reunisse os concursos da UFMT. Quatro seleções da Fundação de Apoio da UFRGS, que é uma entidade separada e contrata pela CLT, eram anunciadas como concursos da UFRGS. Na lista de concursos federais, o estado da seleção aparecia escrito duas vezes seguidas no mesmo cartão, como em Prova marcadaProva marcada. E o documento oficial reproduzido no fim da página terminava com Páginas vistas seguido de null null null, que é o contador de visitas do site do Diário Oficial e não fazia parte do ato.
    O que mudou
    O que o Diário Oficial escreve no cabeçalho passou a decidir o que cada publicação é, mesmo quando o corpo do texto cita a abertura do concurso de origem, que é o que praticamente toda retificação e toda convocação fazem. Cinquenta publicações foram reclassificadas e nenhuma abertura verdadeira foi perdida. A instituição que contém a unidade passou a ser o órgão da página quando o próprio Diário Oficial a declara na hierarquia, então os treze concursos da UFMT passaram a dizer UFMT no título e a se reunir numa página só, com a faculdade ou o instituto informados como unidade; os endereços antigos continuam funcionando. A fundação de apoio deixou de herdar a sigla da universidade citada no nome dela. O estado do concurso passou a aparecer uma vez só no cartão, e a lista foi separada em blocos por situação, com inscrições abertas, inscrições que ainda vão abrir e prazo a confirmar em seções distintas. O contador de visitas do portal foi removido do documento oficial reproduzido, em todas as páginas.

    Página corrigida: /concursosFonte consultada

  113. Chances do Brasileirão: a mesma pergunta aparecia com números diferentes

    O que estava errado
    Na página de cada clube que briga por vaga na Sul-Americana, a mesma pergunta aparecia respondida de três jeitos. No Corinthians, o número grande do topo dizia 52%, a faixa de concorrentes logo abaixo dizia 55% e o gráfico intitulado Chance de vaga na Sul-Americana, rodada a rodada terminava em 2,5%, que era na verdade a chance de Libertadores. A faixa ainda se chamava Quem disputa vaga na Sul-Americana com o Corinthians e trazia o próprio Corinthians na lista, como se o clube disputasse consigo mesmo. Nas quatro páginas de chances, o bloco sobre quem entra em campo dizia chance de Libertadores e mostrava o número de terminar entre os seis primeiros, que é outra faixa: o Fluminense aparecia com 86% ali e com 65% na tabela da mesma página. O cartão de compartilhamento de quem briga pela Sul-Americana anunciava a chance de Top 5, que é uma pergunta diferente da que a página responde.
    O que mudou
    Cada página passou a ter uma métrica só, escolhida em um lugar só: o número do topo, a faixa de concorrentes, o gráfico rodada a rodada, a marca de confronto direto no calendário, o cartão de compartilhamento e o atalho do rodapé leem todos o mesmo campo. Desde o regulamento de 2026 são cinco vagas de Libertadores pela posição, e não seis, então todo texto que fala de Libertadores passou a mostrar a chance de terminar entre os cinco primeiros. Os números da faixa passaram a declarar de qual campo dos dados abertos saíram, e a conferência automática compara os quatro com o arquivo público antes de publicar. A faixa continua incluindo o clube da página, porque é a barra dele que dá a escala às outras, mas agora a linha vem marcada como este clube. O texto de apoio do número grande passou a descrever a faixa do 6º ao 11º, que é o que ele mede, em vez da zona continental inteira.

    Página corrigida: /brasileirao/Fonte consultada

  114. A cruzada do dia repetia a mesma grade a cada seis dias

    O que estava errado
    A página de Palavras Cruzadas anunciava grades autorais montadas e revisadas a mão e uma cruzada do dia igual para todo mundo. O acervo inteiro eram seis grades, e as seis tinham exatamente o mesmo desenho de casas pretas: mudavam só as letras. A cruzada do dia era sorteada entre essas seis, então voltava à mesma grade a cada seis dias. As dicas ainda traziam erros de escrita que mudavam o sentido, como sem instalar nada é sem cadastro, e a página prometia revelar até 3 letras por grade, limite que valia para o botão de ajuda e não para a grade.
    O que mudou
    O acervo passou a ter uma cruzada por dia em três formatos (mini, clássica e grande), cada uma com desenho de casas pretas próprio, gerada no momento da publicação e conferida antes de entrar no ar. Cada grade fica amarrada à sua data e não muda depois, o que permite o arquivo e a comparação de tempo entre jogadores. O nível deixou de ser um rótulo escolhido: é calculado a partir da grade pronta, com peso maior para quantas casas são cruzadas nas duas direções. Os textos da página foram reescritos com a escrita correta.

    Página corrigida: /jogos/palavras-cruzadas

  115. 49 páginas do Radar anunciavam concurso novo onde havia ato de acompanhamento

    O que estava errado
    Quarenta e nove páginas do Radar de Concursos apresentavam como oportunidade nova publicações que eram convocação de aprovados, resultado provisório, homologação ou prorrogação de validade de certames anteriores. Treze delas estavam no sitemap e podiam aparecer na busca, entre elas a Câmara dos Deputados (edital 6/2026), a Telebras (10/2026), o FNDE (26/2026), a Senappen (90/2026) e a Enap (176/2026, do CPNU 2). Uma convocação da AGSUS ainda exibia o número 24/2025, congelado de uma leitura antiga, e uma referência de edital 1/2026 que o texto oficial não traz.
    O que mudou
    O classificador lia o nome do certame, que todo ato repete no cabeçalho, como se fosse declaração de abertura. Agora ele exige a declaração com verbo, do tipo torna pública a abertura das inscrições, e trata convocação, resultado, homologação e prorrogação como capítulos do concurso a que pertencem. As 49 páginas saíram do ar: a URL antiga leva ao concurso verdadeiro quando ele está no radar e, quando o edital de abertura é anterior à cobertura, leva à página do órgão, que passou a listar esses atos com o link oficial de cada um.

    Página corrigida: /concursosFonte consultada

  116. Fase da Lua por data: perigeu, apogeu e horários estavam presos ao dia da leitura

    O que estava errado
    Ao consultar a Lua de outro dia, pelo calendário ou pela data na URL, a página anunciava como próximo perigeu e próximo apogeu eventos anteriores ao dia consultado: para 20 de maio de 2027 mostrava 9 de maio. Também dizia que os horários de perigeu e apogeu não tinham sido lidos quando tinham, contava as fases seguintes a partir de hoje e não do dia escolhido, e no dia civil em que a Lua não nasce publicava um traço no lugar do horário.
    O que mudou
    A página passou a ter um instante de referência único, o meio-dia local do dia consultado, usado pelo ciclo de distância, pela linha do tempo e por toda frase relativa. Perigeu e apogeu seguintes são sempre posteriores ao dia mostrado, o texto conjuga pelo dia consultado, no passado, no presente ou no futuro, e o dia sem nascer da Lua passa a explicar que ela já estava no céu à meia-noite, com a hora em que se põe.

    Página corrigida: /astronomia/fase-da-lua-hojeFonte consultada

  117. A linha de fonte do topo passou a vir da lista de fontes da própria guia

    O que estava errado
    A linha de fonte que aparece no alto de cada guia, ao lado da data de atualização, e o Base deste guia do bloco de validação eram escritos à mão, separados da lista de fontes da página. Em 112 guias eles anunciavam uma base diferente da que o Como citar da mesma página indicava. O guia de como conferir o holerite dizia Receita Federal no topo e citava a tabela do INSS; 65 guias de matemática prometiam OBMEP e IMPA no topo sem citar nenhum dos dois no texto; vinte traziam descrição no lugar de fonte, como cardápios de pizzaria.
    O que mudou
    Os dois textos passaram a ser derivados da lista de fontes escrita no corpo da guia, a mesma que alimenta o Como citar e os dados estruturados. Em 15 guias de concurso e carreira a base passou a ser a primeira fonte do texto, como a Lei 14.133/2021 e a Constituição, no lugar do Diário Oficial; em 27 guias de widget a base passou a ser a fonte da calculadora embutida, como CBF, Caixa e ANEEL, no lugar do próprio ValorFinal; sete guias de matemática deixaram de listar Banco Central e Receita Federal, herdados de calculadoras de outra área. Nenhuma fonte foi removida.

    Página corrigida: /guiaFonte consultada

  118. Rótulo de fontes: nem toda referência citada é fonte oficial

    O que estava errado
    Quarenta e cinco guias e três estudos chamavam a própria lista de Fontes oficiais mesmo quando ela trazia documentação técnica, como MDN e RFC, documentação de produto, como AWS e OpenAI, entidade setorial, como Sebrae, Tesouro Direto, Fipe e B3, ou enciclopédia. O PDF das calculadoras usava o mesmo título fixo, e a política editorial anunciava Fontes oficiais por área listando Sebrae, B3, Fipe e MDN.
    O que mudou
    O portal passou a classificar cada fonte por natureza (órgão público, instituição científica, universidade, norma técnica, documentação de produto, entidade setorial, serviço de dados, editorial ou metodologia própria) e só usa o título Fontes oficiais quando toda a lista é de órgão público ou de instituição científica. Nas demais páginas o bloco se chama Fontes e referências, com o tipo indicado ao lado de cada link. Nenhuma fonte foi removida ou trocada: mudou o rótulo, não a lista.

    Página corrigida: /guiaFonte consultada

  119. Cursos: quem escreve e quem revisa cada página

    O que estava errado
    Em quatorze cursos assinados por Cesar Gargiulo, o hub e as 922 aulas diziam que o conteúdo era revisado pela equipe ValorFinal e pela GUARDIASEC. A GUARDIASEC é a empresa do próprio autor, então a frase anunciava uma revisão separada que não existia. Nos cinco cursos da equipe editorial, as 540 aulas assinavam apenas como equipe, sem nomear o responsável que a política editorial promete em cada página.
    O que mudou
    As páginas dos cursos assinados passaram a dizer que o texto é escrito por Cesar Gargiulo, com revisão editorial da equipe ValorFinal. As aulas dos cursos institucionais passaram a nomear o responsável. Os cursos de LGPD, Bitcoin, Gestão Financeira Pessoal e Tráfego Pago ganharam, no hub e em cada aula, um bloco que diz o que o curso é e o que ele não substitui, com a fonte oficial ao lado: Lei 13.709/2018 e ANPD no de LGPD, Banco Central e CVM nos de finanças.

    Página corrigida: /cursos/Fonte consultada

  120. Brasileirão: zona de Libertadores tem 5 vagas, não 6

    O que estava errado
    O cluster inteiro do Brasileirão, inclusive o widget instalado em sites parceiros, tratava G6 e zona de Libertadores como sinônimos, e descrevia a Sul-Americana como a faixa fixa do 7º ao 12º lugar.
    O que mudou
    O Regulamento Específico da CBF para 2026 dá cinco vagas de Libertadores ao campeonato (1º ao 4º na fase de grupos e o 5º na preliminar); a sexta vaga foi para a Copa do Brasil. A Sul-Americana passou a ser calculada como regra de sobra, como diz o regulamento. O regulamento virou código por temporada, com guard.

    Página corrigida: /brasileirao/Fonte consultada

  121. Radar de Concursos: 93 de 150 registros não eram concurso novo

    O que estava errado
    Convocações de aprovados, resultados finais, homologações, prorrogações de validade e decisões judiciais apareciam no radar como oportunidade nova, porque o classificador procurava a palavra abertura no corpo do ato, e toda convocação cita o edital de abertura. Vinte e quatro bancas apareciam como Objetiva porque a palavra casava dentro de prova objetiva.
    O que mudou
    Só o edital de abertura cria um concurso; os demais atos entram na linha do tempo do edital que citam. A classificação passou a partir do título do ato, e o acervo foi reprocessado por inteiro.

    Página corrigida: /concursosFonte consultada

  122. +Milionária: 44 jogos apareciam custando R$ 0,00

    O que estava errado
    No fechamento da +Milionária o bloco que simula como os jogos teriam ido nos últimos concursos vinha zerado, e o custo dos jogos saía como R$ 0,00, porque a matriz de fechamento entregava só as dezenas e a aposta da modalidade é seis dezenas mais dois trevos.
    O que mudou
    Os trevos passaram a acompanhar cada jogo do fechamento; custo e retroconferência usam a aposta completa. A correção nasceu de um relato feito em produção.

    Página corrigida: /calculadora-fechamento-maismilionaria

  123. Lotofácil: a página dava sobrevida ao mito das 18 dezenas em 4 jogos

    O que estava errado
    A mesma página que prova que não existe fechamento de 18 dezenas com 15 pontos em 4 jogos imprimia, três blocos acima, um mínimo possível de 3 jogos ao lado da matriz de 6, um piso calculado por contagem que não corresponde a nenhuma matriz real.
    O que mudou
    O piso passou a ser o menor fechamento verificado por força bruta, e o texto explica por que a contagem simples não prova existência de matriz.

    Página corrigida: /calculadora-fechamento-lotofacil

  124. Pente-fino factual dos guias em três ondas

    O que estava errado
    Uma auditoria factual por classe de erro achou, nos guias de Trabalhista, Financeiro, MEI, Investimentos, Loterias, Matemática e Tecnologia, datas de vigência, valores de tabela e descrições de regra que não batiam com a fonte oficial.
    O que mudou
    Cada achado foi conferido na fonte primária antes da correção; guias com regra desatualizada ganharam a data de referência e o link do ato oficial. As fichas de validação de cada cálculo estão em docs/validation no repositório do projeto.

    Página corrigida: /guia

  125. IRRF do 13º salário: três calculadoras davam três resultados

    O que estava errado
    As engines do 13º e do IRRF do 13º não aplicavam a redução da Lei 15.270/2025 ao 13º pago exclusivamente na fonte, e o mesmo salário produzia três valores diferentes de imposto conforme a calculadora usada.
    O que mudou
    A redução passou a valer no 13º tributado na fonte, conforme o texto da lei, a orientação da Receita Federal de dezembro de 2025 e a consolidação do gov.br; as três engines convergem para o mesmo resultado, com teste que prova a igualdade.

    Página corrigida: /calculadora-decimo-terceiro-cltFonte consultada

  126. Regras trabalhistas: 15 correções verificadas em três ou mais fontes

    O que estava errado
    Entre outras: a calculadora de periculosidade tratava motorista de passageiros como beneficiário automático do adicional, e o texto de férias ainda citava a Súmula 450 do TST, derrubada pelo STF na ADPF 501 em 2022.
    O que mudou
    O art. 193 da CLT lista as atividades perigosas (inflamáveis e explosivos, energia elétrica, segurança pessoal e motociclista); as leis de jornada do motorista não criam adicional. O texto de férias passou a refletir a decisão do STF. Cada uma das 15 correções foi conferida no Planalto e no TST.

    Página corrigida: /calculadora-periculosidadeFonte consultada

  127. Juros sobre capital próprio: IRRF de 15% para 17,5% desde 2026

    O que estava errado
    A calculadora de JCP publicava a alíquota de 15% de imposto retido na fonte, que deixou de valer em 1º de janeiro de 2026. No mesmo lote, a tabela do seguro-desemprego de 2026 ainda usava os valores do ano anterior.
    O que mudou
    A alíquota passou a 17,5%, conforme a Lei Complementar 224/2025, em engine, esquema, página, PDF e teste de referência. O seguro-desemprego passou a usar a tabela oficial do Ministério do Trabalho publicada em janeiro de 2026.

    Página corrigida: /calculadora-jcp-liquidoFonte consultada

  128. Dólar e euro: o valor mostrado como PTAX oficial era o de ontem

    O que estava errado
    A faixa de câmbio e o destaque PTAX oficial mostravam o fechamento do dia útil anterior, vindo de uma série diária, enquanto o texto sugeria a cotação do dia.
    O que mudou
    A cotação passou a vir dos boletins intradiários do Banco Central (Olinda, CotacaoMoedaDia), com a venda do último boletim, a variação real do dia e o horário carimbado na página. Em fim de semana e feriado a página recua até o último dia útil e diz isso.

    Página corrigida: /cotacao-dolar-hojeFonte consultada

Como cada cálculo é validado, por área, está em como validamos os cálculos.