Calculadora Quanto Consigo Financiar
Descubra o valor de imóvel que cabe no seu bolso a partir da renda: parcela máxima (regra dos 30%), valor financiável e valor do imóvel, com a taxa de mercado do dia do Banco Central.

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O valor de imóvel que cabe no seu orçamento parte de uma regra de mercado: a parcela do financiamento não deve passar de cerca de 30% da renda bruta familiar, descontadas as parcelas que você já paga. Definida a parcela máxima, a calculadora usa o valor presente do sistema PRICE para achar quanto essa prestação financia no prazo escolhido e soma a entrada disponível (a maioria dos bancos exige ao menos 20% do valor do imóvel como entrada). A taxa sugerida é a média do financiamento imobiliário para pessoa física divulgada pelo Banco Central (série SGS 20772), atualizada automaticamente. Exemplo: renda de R$ 10.000 com limite de 30% permite parcela de R$ 3.000; a 1% ao mês em 360 meses, isso financia cerca de R$ 291 mil, mais a entrada. A aprovação final depende da análise de crédito e da simulação oficial do banco.
Como funciona este cálculo
A parcela máxima é a renda multiplicada pelo limite de comprometimento, descontadas as outras parcelas que você já paga. Esse valor é convertido em quanto pode ser financiado pelo valor presente do sistema PRICE, usando a taxa de juros informada (sugerimos a média de mercado do dia do Banco Central). O valor do imóvel acessível é o financiável mais a entrada.
Depois de estimar o teto, simule a parcela exata na calculadora de financiamento imobiliário e compare com a opção de alugar na calculadora alugar ou comprar.
Fórmula
Parcela máxima = renda × comprometimento − outras dívidas
Valor financiável = parcela × [1 − (1+i)^−n] ÷ i
Valor do imóvel = financiável + entrada
Base: regra de comprometimento de renda (~30%) e matemática financeira (PRICE). Taxa de referência: Banco Central, SGS 20772 (financiamento imobiliário PF).
Limitações
- Não substitui a análise de crédito do banco (score, estabilidade de renda, idade + prazo).
- Não inclui seguros obrigatórios (MIP/DFI), taxa de administração, ITBI nem custos de cartório, que reduzem o valor real financiável.
- Usa taxa fixa; financiamentos com TR ou correção terão parcela variável.
- Estimativa de planejamento; o valor oficial é o da simulação do banco.
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Guias sobre este tema
Cálculo auditável, com fórmula e fontes transparentes
Atualizado em . Fontes: Banco Central (SGS 20772) / regra de comprometimento de renda.
Fontes oficiais
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Perguntas frequentes
Quanto da renda o banco deixa comprometer com a parcela?
A regra de mercado mais usada é que a parcela do financiamento não passe de cerca de 30% da renda bruta familiar. Alguns bancos vão um pouco além conforme o perfil, mas 30% é o ponto de partida seguro. A calculadora deixa você ajustar esse percentual e ainda descontar outras parcelas que você já paga (carro, empréstimos, cartão), que entram na conta do comprometimento.
Como a calculadora chega ao valor do imóvel que eu posso comprar?
Primeiro ela calcula a maior parcela possível (renda x comprometimento menos outras dívidas). Depois descobre quanto essa parcela financia ao longo do prazo, calculando o valor presente pelo sistema PRICE com a taxa de juros informada. Por fim soma a entrada que você tem disponível. O resultado é uma estimativa do valor de imóvel que cabe no seu orçamento.
Que taxa de juros devo usar?
A calculadora sugere a taxa média de mercado do financiamento imobiliário divulgada pelo Banco Central (série SGS 20772), atualizada automaticamente. É um bom ponto de partida, mas a taxa que você vai conseguir depende do banco, do relacionamento, da entrada e do seu perfil de crédito. Simule também com a taxa real ofertada pela instituição.
A entrada influencia quanto posso financiar?
A entrada não muda a parcela máxima (que depende da renda), mas aumenta o valor do imóvel que você alcança, porque soma ao valor financiado. Quanto maior a entrada, maior o imóvel acessível e menor o total de juros. A maioria dos bancos exige entrada de pelo menos 20% do valor do imóvel.
O banco vai aprovar exatamente esse valor?
Não necessariamente. Esta é uma estimativa de planejamento. A aprovação real passa por análise de crédito (score, histórico, estabilidade de renda), pela regra de idade mais prazo (a soma costuma ter limite, por exemplo 80 anos), pela avaliação do imóvel e pelos seguros e taxas obrigatórios (MIP, DFI e administração), que não entram aqui. Use a simulação oficial do banco para o número contratual.
Posso usar o FGTS para aumentar minha capacidade?
Sim. O FGTS pode entrar como parte da entrada (somando ao valor de imóvel acessível) ou para amortizar o saldo, desde que você cumpra as regras do SFH (mínimo de 3 anos de trabalho sob FGTS, não ter outro imóvel financiado pelo SFH e o imóvel ser para uso próprio). Informe o saldo do FGTS junto com a entrada disponível para ter uma estimativa mais realista.